20 de dezembro de 2011

Aljezur



A vila de Aljezur, localizada no noroeste do Algarve, também conhecida por vila presépio devido à toponímia do local, é atravessada pela Ribeira de Aljezur e por uma enorme várzea.

A vila ganhou notoriedade nos tempos da ocupação islâmica no Algarve, cujas influências são bem evidentes por todo o concelho. Dividida pelas encostas de três cerros, apresenta um castelo alcantilado, um casario branco de traçado medieval, ruas e ruelas sinuosas, gentes simpáticas e hospitaleiras e uma rica e apreciada gastronomia.

Iniciamos a visita a esta pacata vila pelo alto do morro, onde se encontram as muralhas do castelo, símbolo das lutas entre mouros e cristãos. Este castelo mourisco datado do século X foi construído para guardar o antigo porto fluvial que servia outrora de acesso ao mar, e foi uma das últimas fortalezas mouriscas do Algarve a ser capturada durante a reconquista cristã no século XIII. Duas torres, as muralhas e uma cisterna ainda se mantêm na sua posição cimeira na colina, oferecendo fabulosas vistas panorâmicas das florestas das redondezas, dos campos com flores silvestres e do mar, no horizonte.




Seguidamente descemos para o centro da vila e percorremos as ruelas e as casas características da arquitectura rural algarvia. A zona histórica que se estende pela encosta oferece uma vista pitoresca – ruelas calcetadas, com casas caiadas e os típicos vãos coloridos em volta das janelas. A parte mais recente da vila foi construída no século XVIII para acolher a população após a destruição causada pelo sismo de 1755 e encontra-se na outra margem do rio.



Ao percorrermos a vila deparamo-nos com a Igreja da Misericórdia, esta igreja original do século XVI foi reconstruída no século XVIII após o sismo de 1755. Ainda mantêm a sua porta renascentista.



Fora da vila, é difícil decidir quais os melhores locais a visitar, decidimos apreciar a paisagem natural envolvente e as praias magníficas que a costa vicentina nos presenteia. Assim, visitamos a praia da arrifana, com o seu mar imenso, procurada em grande parte por adeptos de surf.



Também visitamos Ribât de Arrifana, situada no cimo das falésias da Ponta da Atalaia e com excelentes vistas panorâmicas sobre a costa, esta fortaleza mourisca do século XII é uma das maiores da Península Ibérica. Foi construída com fins defensivos e religiosos, e as escavações revelaram a existência de várias mesquitas, um minarete e um muro de orações na direcção de Meca.





No que se refere aos produtos locais, Aljezur é o maior produtor de batata-doce de Portugal, por isso este legume está presente nas suas sopas, cozidos, pastelaria e toda a sua gastronomia.

Aljezur premeia o visitante não só pela beleza selvagem da paisagem, mas também por uma população acolhedora e ávida por acomodar novos turistas.

16 de dezembro de 2011

Lisboa eleita a 27.ª cidade mais bem reputada do mundo



 Lisboa foi considerada a 27.ª cidade mais bem reputada do mundo no estudo City RepTrak 2011. As mais-valias incluem beleza, cultura e segurança.

Por ser "uma cidade bonita" e ter "um ambiente seguro", Lisboa figura em 27.º lugar no ranking das 100 cidades mais bem reputadas do mundo. Este é o resultado do estudo City RepTrak 2011, realizado pelo Reputation Institute, que coloca a capital britânica, Londres, no topo da lista.

No ranking, Lisboa é acompanhada de perto por cidades como São Francisco, Dublin, Nova Iorque e Milão (logo atrás: Melbourne, Atenas, Zurique, Berlim ou Frankfurt e Tóquio). A capital portuguesa conseguiu uma pontuação global de 66.2, pouco abaixo dos 71.9 conseguidos pela cidade que lidera o top, Londres.

Segundo o estudo, os atributos mais valorizados nas cidades são o ambiente cultural, os produtos produzidos, a localização favorável aos negócios, e sobretudo a segurança. Daí que as cidades dos EUA, como Nova Iorque, Chicago e Los Angeles, estejam mais para o meio da lista. A capital do Iraque, Bagdade, surge na última posição.

Outros destaques: Barcelona em 7.º lugar, Madrid em 20.º, Rio de Janeiro em 61.º, São Paulo no 65.º ou Luanda quase no fim da lista, em 98.º,

O estudo conclui também que a intenção do público de visitar as dez cidades mais bem reputadas é "três vezes superior" à vontade de visitar as dez cidades com pior reputação.


Top 30

1 - Londres
2 - Genebra
4 - Sydney
5 - Viena
6 - Veneza
7 - Roma
8 - Barcelona
9 - Oslo
10-Florença
11-Vancouver
12-Paris
13-Copenhaga
14-Estocolmo
15-Bruxelas
16-Praga
17-Helsínquia
18-Montreal
19-Munique
20-Madrid
21-Amsterdão
22-Edimburgo
23-São Francisco
24-Dublin
25-Nova Iorque
26-Milão
27-Lisboa
28-Melbourne
29-Atenas
30-Zurique




13 de dezembro de 2011

Sinais que o seu corpo pode estar a sofrer

                                        Imagem retirada do site: http://www.google.pt/imghp?hl=pt-PT&tab=ii

Existem muitas coisas na vida que enfrentamos que nos fazem sofrer e também sintomas em que o seu corpo sofre consigo. Por vezes há males em que nos fazemos de fortes em como está tudo bem, que já passou, mas lá por acreditarmos nisso, não quer dizer que não estejamos a fazer mal ao nosso corpo.

Lembre-se para ser saudável o corpo também tem de ser. Por isso veja alguns sinais que pode estar a sofrer. Previna-se contra eles…

Distúrbios de sono
Pode acontecer após uma tragédia e pode levar anos até o ciclo de sono voltar a regular. Fale com o seu médico para a ajudar.

Menstruação irregular
Pode dever-se a situações de tensão emocional ou então ser um sinal de que algo de errado se passa com o seu corpo, em que há diminuição da produção de hormonas como o estrogénio. Pode ser passageiro em que ocorre poucas vezes, mas se acontecer regularmente, fale com o seu médico.

Dores de cabeça
As dores de cabeça podem acontecer em situações de stress, que podem afetar o seu corpo todo. Podem conduzir a dores de costas e um desconforto geral. Aproveite para fazer uma massagem relaxante para aliviar a tensão muscular. Se forem dores de cabeça frequentes, fale com o seu médico.

Perda de apetite
Quando está de luto ou num estado depressivo pode ficar com perda de apetite, não há nada de errado em sentir-se assim. No entanto se for um hábito há que procurar ajuda rapidamente. Ter falta de apetite pode provocar alterações gástricas e levar a uma diminuição da condição de saúde.

Contrações musculares
Podem acontecer durante o dia ou durante o sono. Com o passar do tempo pode ser um problema, se acha que tem contrações musculares sem motivo aparente, fale com o seu médico.

Boca seca
Outro sintoma que é comum em pessoas que estejam de luto ou em estado depressivo. Beba água mais frequentemente, mas a melhor cura é continuar com a sua vida, apesar de não ser fácil, há que ter força de vontade.

Imunidade diminuída
Estado de saúde em que é fácil adoecer. Novamente pode acontecer em estados de stress emocional. Se está sempre com a sensação de estar doente fale com o seu médico. Previna-se.



12 de dezembro de 2011

Paços Ferreira



O concelho de Paços de Ferreira, do distrito do Porto, localiza-se no Tâmega, e faz parte do Douro Litoral, integrando a região do Vale do Sousa.

A povoação é muito antiga, tendo sido um couto dependente da vila de Ferreira, a qual está na origem do nome do concelho.
A reforma administrativa levada a cabo por D. Maria II deu origem à criação do concelho em 1836.

Do seu património destacam-se a igreja do Mosteiro de S. Pedro de Ferreira, a Igreja de S. Salvador, o pelourinho, o Cruzeiro dos Templários e a citânia de Sanfins.

Iniciamos a nossa visita pelo centro da cidade visitando a Igreja Matriz, situada numa peculiar colina. De origem incerta, este templo é o local de devoção por excelência dos pacenses.



Passamos também pelo pelourinho da cidade, pelo Paços do Concelho e pelo jardim central da cidade.

Um dos monumentos principais da cidade é o Mosteiro de Ferreira sendo um dos importantes monumentos do concelho, tendo influenciado decisivamente a sua história. É um dos 21 monumentos que integram a Rota do Românico do Vale do Sousa. Templo de estilo românico, datado do século XII, é um dos melhores exemplares deste estilo arquitetónico no Entre-Douro e Minho, misturando três correntes estilísticas, com origem no Porto, em Zamora e em Unhão. Serviu, durante séculos, de casa aos monges da Colegiada de São Pedro de Ferreira, que administrava todas as terras em seu redor, o Couto de Ferreira. 




Outra das atrações do concelho de Paços Ferreira é a Citânia de Sanfins, situada num planalto, numa posição ci­meira que lhe conferia uma grande segu­rança face às invasões, é hoje um dos prin­cipais testemunhos da cultura castreja do noroeste peninsular, encontrando-se a decorrer o processo de candidatura dos castros a Património Mundial da Unesco.






Esta visita refletiu-se numa autêntica lição de história, onde tivemos oportuni­dade de visitar uma reconstrução de uma das unidades familiares, permitindo vi­sualizar a sua volumetria no contexto ar­queológico, bem como os espaços interiores.




Concluindo, a outrora vila rural de Paços Ferreira, formada por lugares e quintas, e casas graníticas, tem-se transformado numa cidade moderna.


11 de dezembro de 2011

Paredes



O Concelho de Paredes situa-se na região do Vale do Sousa, no distrito do Porto.

 Testemunhos arqueológicos demonstram que há mais de 5000 anos o Homem escolheu o território do atual concelho de Paredes, para viver e morrer.
A sedentarização de povos nesta zona perdurou e foram deixando vestígios das suas aldeias e dos seus utensílios.

Iniciamos a nossa visita pelo centro da cidade onde nos deparamos com monumentos como a Igreja Matriz, o Pelourinho, que atesta a importância da localidade noutros tempos, as Capelas do Calvário, de São José e da Senhora da Guia ou as várias casas senhoriais e brasonadas que atestam a riqueza que os férteis solos têm proporcionado, nomeadamente com o desenvolvimento da vinicultura, como a Casa da Estrabuela ou o Palácio da Granja, que hoje alberga a Casa Municipal da Cultura.



O concelho de Paredes está inserido na Rota do Românico e na Rota dos Vinhos Verdes, reunindo um conjunto de equipamentos e meios que poderão proporcionar agradáveis momentos.

Paredes integra o percurso sul da rota do românico, com os monumentos: Mosteiro de São Pedro de Cête e Ermida da Nossa Senhora do Vale, ambos em Cête, e a Torre do Castelo de Aguiar de Sousa.

Visitamos a Igreja de S. Pedro de Cete, monumento Românico/Gótico, fazia parte do complexo conventual do antigo Mosteiro. Sofreu sucessivas reformas, fundamentalmente, no primeiro quartel do século XIV e no século XVI. Nos finais do século XIX e durante o século XX realizaram-se várias intervenções de conservação e restauro.





Outro monumento que faz parte da rota do românico é a capela da Sr.ª do Vale, uma pequena ermida de origem românica constituída por uma nave e abside, ligadas entre si por um arco triunfal, sendo este o que resta da primitiva traça.




O concelho de Paredes está integrado num local de grande beleza natural e férteis terrenos, conhecido pela larga produção de afamados Vinhos Verdes.


10 de dezembro de 2011

Penafiel



Penafiel é uma cidade que pertence ao distrito do Porto, onde abundam fantásticas paisagens e um rico património, conjugados com uma tradição ancestral.
Outrora conhecida como São Martinho de Moázeres e como Arrifana de Sousa, Penafiel é uma cidade antiga, tendo sido comenda da Ordem de Cristo que auxiliou algum do seu desenvolvimento na época medieval.

Sobre as origens do nome Penafiel, conta-se que, tendo havido dois castelos, um a norte e outro a sul do rio Sousa, afluente do Douro e na margem esquerda do qual fica a actual cidade, o segundo chamava-se Pena e encontrava-se no cimo dum monte alcantilado. Como este nunca tivesse sido conquistado pelos mouros, não obstante vários e fortes ataques, deram-lhe posteriormente o nome de castelo de Pena Fiel. Tomadas aos mouros por D. Fraião Soares as terras circundantes, passou este a governar os dois castelos e um território de três paróquias, estabelecendo então um luzido solar em Arrifana. A ser assim, como se diz, o topónimo actual teria resultado da justaposição dos dois nomes, Pena e Fiel.

Iniciamos a nossa visita pelo centro da cidade onde nos cruzamos com o pelourinho e com a igreja de S. Martinho, igreja matriz de estilo renascentista.

Seguidamente dirigimo-nos para o Santuário de Nossa Senhora da Piedade, também conhecido o Santuário do Sameiro, um dos locais mais famosos e visitados da região. O Santuário foi construído em finais do século XIX a par do belo Parque Zeferino de Oliveira, popularmente conhecido por Jardim do Sameiro, num encantador estilo romântico, com a cidade a seus pés.






Depois de percorrermos os jardins do Sameiro percorremos os arredores da cidade e visitamos o Mosteiro de S. Miguel de Bustelo, antigo mosteiro beneditino, masculino, que se apresenta hoje como um importante monumento barroco, individualizando-se sobretudo pelo imponente aqueduto, pelos altares e cadeiral do coro, em talha, profusamente decorados.

Também visitamos a Anta da Portela, um túmulo pré-histórico, popularmente designado por Forno dos Mouros, que consiste numa anta ou dólmen com câmara coberta e corredor, ao qual corresponderia uma mamoa de grandes dimensões. A câmara, poligonal, é constituída por sete esteios, sendo apenas três os que suportam a laje de cobertura. O corredor, voltado a nascente, é constituído por dez esteios e atinge cerca de seis metros de comprimento.



Como Penafiel encontra-se representado na Rota do Românico com seis monumentos fortemente marcados por este estilo arquitectónico, decidimos percorrer alguns dos monumentos mais representativos do estilo românico.

Assim, visitamos o Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa, a fundação de uma comunidade monástica que remonta ao século X está na origem deste Mosteiro Beneditino.




Esta igreja não corresponde ao atual templo românico, mas a sua arquitetura deixou marcas na construção que viria a ser erguida no século XIII, apresentando parcelas de épocas diferentes. Neste mosteiro encontra-se o túmulo de Egas Moniz.





Outro monumento românico que apreciamos foi o Memorial da Ermida. As características do estilo de decoração empregue na construção deste monumento apontam para meados do século XIII. Em todo o território nacional sobram apenas seis exemplares deste tipo de monumento funerário que, segundo alguns especialistas, será um exclusivo de Portugal. A sua função, apesar de não estar totalmente esclarecida, prende-se com a colocação de túmulos, a evocação da memória de falecidos ou a passagem de cortejos fúnebres, como narra a lenda do cortejo fúnebre da Rainha Santa Mafalda.




Continuamos o nosso percurso e visitamos a Igreja de São Pedro de Abragão que está documentada desde 1105, embora tenha sido totalmente remodelada no século XIII, por iniciativa de D. Mafalda, filha do rei D. Sancho I, segundo a tradição.

Outra atração desta rota é a Igreja de São Gens de Boelhe. D. Mafalda, filha de D. Sancho I e neta de D. Afonso Henriques, esteve na origem da fundação desta Igreja no século XIII. O estilo da sua construção, muito dentro da moda da época nesta região, parece confirmá-lo.




Em Penafiel também é de evidenciar o património e arquitectura rurais, existentes em vários lugares e aldeias do concelho, com especial incidência para as Aldeias Preservadas de Quintandona (Lagares) e Cabroelo (Capela).

Deste modo, visitamos a Aldeia Quintandona, localizada na freguesia de Lagares, esta configura uma aldeia típica preservada, de beleza e arquitectura singulares. O aglomerado de construções em pedra de lousa e xisto, o solo com a mesma configuração e a vasta paisagem agrícola e florestal que a envolve, constituem factores diferenciadores de grande atractividade turística. Na aldeia, existe ainda uma capela com mais de 200 anos.





Outra aldeia que visitamos foi a Aldeia de Cabroelo, nesta aldeia, as construções são na sua maioria em granito, as eiras em xisto e os pequenos espigueiros em madeira.



No alto da aldeia, encontra-se a Capela de S. Mateus, templo do povo, reconstruído em 1872, constituído por um curioso altar em talha barroca.



Depois de um longo dia de passeio pelo concelho de Penafiel ao nos dirigirmos para casa encontramos uns moinhos de água bem preservados, na freguesia de Capela, situados ao longo do ribeiro da Trunqueira, envoltos numa zona verde igualmente muito bem preservada.




Contudo, a visita ao concelho de Penafiel não tinha finalizado neste dia e quando tivemos oportunidade voltamos a Penafiel de forma a percorrermos novamente as ruas da cidade e apreciarmos as casas senhoriais e os palacetes. Nesse dia descobrimos a Quinta da Aveleda, um verdadeiro deslumbre envolto de verde e de romantismo.

Quando se passa o portão da Quinta da Aveleda, inicia-se a visita a uma das mais conhecidas quintas de Portugal, propriedade da família há várias gerações, com verdadeiro renome internacional, considerada monumento nacional desde 1910.

Os jardins da Quinta da Aveleda são um dos mais bem conservados exemplos de jardim romântico em Portugal, sendo simultaneamente um excelente modelo de manutenção das suas características originais.



Invulgar no sucesso e longevidade, a propriedade da Quinta da Aveleda foi ampliada na década de 60 do séc. XIX por Manuel Pedro Guedes encontrando-se hoje sob alçada da mesma família, formando uma propriedade extensa e contínua até à cidade.

Antes de iniciarmos a visita à quinta fomos presenteados por um ensejo repleto de sabores, saboreamos os queijos e vinhos produzidos na quinta. Um verdadeiro momento delicioso!

Ao percorrermos a quinta fomo-nos cruzando com vários animais, várias espécies de plantas e árvores e com um ambiente verdadeiramente acolhedor e romântico.









Encontramos um lago constituído por três ilhas. Na primeira destaca-se uma janela quinhentista, monumento histórico de rara beleza, que fazia parte da casa onde nasceu o Infante D. Henrique, filho de D. João, rei de Portugal. A segunda ilha é composta por um rochedo com um grande repuxo de água que refresca as hidrângeas que o adornam. Por último, na maior ilha de todas, ligada a terra por uma ponte, podemos encontrar uma casa com telhado revestido de colmo e varandas de madeira onde se pode desfrutar uma admirável panorâmica sobre o vale e as colinas que o rodeiam.





Ao fundo do relvado, encontramos a Fonte das 4 Estações mesmo em frente da Casa Senhorial. É uma fonte igualmente em granito, de raras proporções, com 4 medalhões de mármore branco que representam 4 senhoras da família e, ao mesmo tempo, as estações do ano.



Ao longo da viagem por esta quinta deleitosa foram várias as atrações que nos fomos entrelaçando, chegando à conclusão que é impossível ficar indiferente à beleza deste local.

No que se refere à gastronomia desta localidade os pratos mais típicos são o cabrito ou o anho assado com arroz de forno, o cozido, o sável frito ou de escabeche, e ainda a lampreia, à bordaleza ou em arroz de sangue, tudo bem acompanhado com o vinho verde da região. A originalidade doceira de Penafiel é, no entanto, mais bem representada pela sopa seca, o sarrabulho doce e pelas tortas de S. Martinho, muito apreciados por naturais e visitantes, sendo as últimas exclusivas de Penafiel.

Podemos concluir que o concelho de Penafiel brinda os visitantes com fragmentos de história, cultura, beleza natural e arqueológica.