29 de dezembro de 2010

Quiche de atum e camarões


1 base de massa quebrada
1 lata de atum
Camarões q.b.
Cogumelos frescos
1 pacote natas
6 ovos
Brócolos
Azeitonas
Queijo ralado Mozzarela
Polpa de tomate q.b
1 cebola pequena
2 dentes de alho ou alho picado
Um fio de Azeite

Vinho branco q.b.
Sal
Pimenta

Coze-se os brócolos em água e sal.
Liga-se o forno a 250 graus para ir aquecendo.
Estende-se a massa quebrada numa forma redonda e pica-se a massa com um garfo e reserva-se.
Pica-se a cebola e os dentes de alhos e coloca-se numa frigideira com um fio de azeite, depois de a cebola estar aloirada, junta-se um pouco de polpa de tomate e adiciona-se os cogumelos frescos, depois passado uns minutos junta-se a lata de atum. Deixa-se refogar por uns minutos, acrescenta-se um fio de vinho branco e por fim junta-se os camarões (depois de passados por água e descongelados). Tempera-se com uma pitada de sal e pimenta moída.
À parte bate-se os 6 ovos com o pacote de natas.
Depois dos brócolos cozidos, parte-se os mesmos em pedaços pequenos e junta-se ao preparado da frigideira. Por fim, junta-se este preparado aos ovos e natas.
Verte-te o preparado para dentro da forma, com a massa quebrada, polvilha-se com queijo ralado mozzarela e decora-se com algumas azeitonas.
Leva-se ao forno durante 20 a 30 minutos a uma temperatura alta (por exemplo 210 graus).
Bom apetite!


20 de dezembro de 2010

Salmão Gratinado






2 postas de salmão
Camarões descascados congelados qb
4 cogumelos frescos
4 palitos de delícias do mar
Manteiga (2 colheres de sopa)
Farinha qb
Leite qb
Limão
Pimenta
Noz moscada
Acompanhamento:
4 Batatas médias
Azeite
Alho
Tomilho
Sal qb
1 brócolos

Tempera-se as postas de salmão com sal, alho, pimenta e sumo de limão e deixa-se repousar durante cerca de 3 horas.
Pega-se em papel de alumínio e coloca-se cada posta em um pedaço de papel, de forma ao papel cobrir toda a posta de salmão. Por cima da posta de salmão, coloca-se camarões descascados (congelados), as delícias do mar e os cogumelos frescos laminados.
À parte faz-se molho bechamel. Derrete-se a manteiga (2 colheres), coloca-se farinha sobre a manteiga e mexe-se para não ganhar grumos, em seguida verte-se o leite em fio e mexe-se a mistura até engrossar, tempera-se com uma pitada de sal, pimenta e noz-moscada. Em seguida verte-se o molho sobre a posta de salmão e fecha-se o papel de alumínio e leva-se ao forno a uma temperatura média.


Para acompanhamento, lava-se 4 batatas e parte-se cada uma em 4 partes, coloca-se as mesmas num pirex, rega-se com azeite, polvilha-se com alho, uma pitada de sal e tomilho e leva-se ao forno.
À parte coze-se brócolos em um pouco de água e com uma pitada de sal.
Bom apetite!

12 de dezembro de 2010

Viagem



A hora da partida chegou e com ela levou o último suspiro, o bater do coração, o toque da tua mão.

Iniciaste uma viagem sem fim, de paz, sossego e contemplação, mas amarga, dura, fria, asfixiante para quem sente a tua ausência.

Uma parte de mim esvaneceu-se com a tua partida, as recordações são o suporte para a sobrevivência dos momentos, das sensações vivenciadas ao longo dos meus anos de existência.

O teu cheiro, o sabor do refresco de café, o som do teu cantarolar, o toque das tuas mãos ao cobrir-me na infância, o teu olhar de atenta e observadora, quando precisava de ajuda, são sensações e momentos que levaste contigo e só as recordações ficaram para alimentar a saudade.

Ao longo da minha caminhada vou-me agarrar à pessoa que foste – corajosa, forte, determinada – para seguir o teu modelo e ultrapassar as pedras que se urgem no caminho e alcançar os meus objectivos.

És um dos pilares que sustenta o meu ser, e embora tenhas partido vais permanecer para sempre no coração dos que te amam.

by Carfil

3 de dezembro de 2010

Dubrovnik - Croácia

Dubrovnik é uma cidade da Croácia, uma das pérolas do Adriático, é uma cidade que é classificada como Património da Humanidade, pela Unesco. A cidade velha é uma fortificação medieval construída sobre um rochedo.

Depois da independência da Croácia em 1991, o exercito federal jugoslavo bombardeou a cidade antiga a 6 de Dezembro de 1991. Com o fim da guerra, teve início um grande projecto de reconstrucção dirigido pelo governo croata e pela Unesco.

As imponentes e bem conservadas muralhas, a arquitectura medieval, renascentista e barroca, a paisagem do Adriático, os cafés e restaurantes fazem de Dubrovnik um destino turístico singular. A parte antiga é dividida ao meio pela Placa ou Stradun, o passeio público, com cafés e restaurantes, além de diversos monumentos e edifícios históricos.

Adoro cidades amuralhadas e Dubrovnik é o exemplo da bela cidade medieval amuralhada.

Entramos na cidade pela porta de Pile.

Das várias atracções da cidade visitamos a Torre Lovrijenac, erigida sobre um penhasco, esta fortaleza é mencionada numa lenda já no séc. XI.




A cidade também é rica em património religioso, desta forma visitamos a igreja de São Brás, a igreja mais venerada da cidade, não fosse São Brás, o padroeiro de Dubrovnik, foi erigida no século XVIII em estilo barroco, para substituir a mais antiga, românica, do século XIV que ardeu.



Também visitamos outras igrejas, como a Catedral da Assunção da Virgem, exemplar imponente do Barroco, foi construída após o terramoto de 1667, para substituir a anterior catedral do século XII, que por sua vez tinha sido construída sobre uma basílica bizantina do século VI ou VII. Segundo a lenda, a reconstrução do século XII teria sido financiada pelo rei inglês Ricardo Coração de Leão em reconhecimento pela ajuda que recebeu quando naufragou perto da cidade em 1192.

O Mosteiro Franciscano, obra do século XIV, foi severamente danificado pelo terramoto de 1667, embora o claustro e outros elementos ainda sejam românicos com elementos góticos.

A Igreja do Santo Salvador, de estilo renascentista, encontra-se junto ao mosteiro franciscano. Foi erigida como sinal de gratidão ao Salvador por ter poupado a cidade de um sismo.






O Mosteiro Dominicano, dos séculos XIV e XV, assemelha-se a uma fortaleza, mas o interior contém uma igreja românico-gótica e um museu de arte com peças de Dubrovnik, Veneza e outros lugares.





Outra atracção da cidade é o chafariz de Onófrio, construído em 1438, que ficou bastante danificado no terramoto de 1667.





Percorremos as ruas da cidade até chegar à praça principal onde se encontra a torre sineira da cidade do séc. XV e a estátua de Orlando, que simboliza uma cidade livre.







Na praça encontramos também o palácio de Sponza, de construção gótico-renascentista.




O porto da cidade velha e a sua costa também são atracções da cidade.





Por fim, percorremos as muralhas onde desfrutamos de belas vistas da cidade e da imensidão do mar azul.

 





Dubrovnik é uma cidade que encanta, as magnificas paisagens abraçam o centro histórico da cidade reflectindo um local digno de ser visitado.

Rhodes - Ilha Grega



Rhodes foi a terceira ilha Grega que visitamos. A Grécia é sem dúvida um dos países onde se encontra um pouco de cada ingrediente que se procura quando se realiza uma viagem. Há história, monumentos, praias desertas e estruturadas, montanhas, actividades desportivas, bons restaurantes e uma vida nocturna intensa.

Depois de contemplar a beleza paisagistica e sentir as águas quentes do mar Egeu, nas ilhas de Santorini e Mikonos, visitei Rhodes, onde pude desfrutar de um património cultural belíssimo. Historicamente Rhodes é a ilha mais famosa por ter abrigado uma das Sete Maravilhas do mundo antigo: o Colosso de Rodes.
A ilha de Rhodes é classificada como Património Mundial, pela Unesco.

A cidade é dividida em duas partes distintas: a do norte é moderna, actual e voltada para as novas estruturas turísticas, já a do sul é de evidente origem medieval. A cidade medieval abriga no seu interior o Hospital dos Cavaleiros, o Museu Arqueológico que reúne numerosas descobertas de todos os períodos históricos da ilha, a Residência das sete línguas e a dos Grã Mestres.

Achei surpreendente a forma como a zona histórica estava preservada, as calçadas, os monumentos, entre outros.

Em Rhodes circula-se essencialmente em scooter, entre as ruas estreitas e movimentadas.













A zona de Lindos é uma das mais belas da ilha, com as suas estreitas vielas, as suas casas brancas, e as praias paradisíacas.




Considerei Rhodes uma ilha repleta de história e cujo património natural reflecte-se nas suas paisagens.

Mikonos - Ilha Grega



Mikonos, significa “ilha branca”, em Grego, pertence ao grupo das ilhas das Cíclades.

Esta ilha é caracterizada pelas suas belas casas brancas, o seu mar azul e transparente, os moinhos de vento, as igrejas, as ruas estreitas e pelas lojas de comércio.

Mikonos é uma ilha considerada cosmopolita, onde podemos ver a qualquer altura do ano vários turistas, a divertirem-se nos cafés/bares e nas compras. Os gregos são bastantes afáveis e receptivos, quase todos falam Inglês.

Em Mikonos apurei os sentidos, passeando pelo labirinto de ruelas ao som das músicas gregas; observando as belas casas brancas, com o contraste do azul do mar Egeu; sentindo a areia fina das praias nas minhas mãos; sentindo o cheiro da maresia; e saboreando uma bela MussaKa, num restaurante tipicamente Grego.














A masquote da ilha é o pelicano.

A ilha de Mikonos proporcionou-me momentos estupendos, vivendo cada detalhe da ilha, desde as belas paisagens ao prazer de saborear a sua gastronomia.

Santorini - Ilha Grega



Santorini é uma ilha Grega do grupo das Cíclades, localizada no mar Egeu.

Na minha opinião Santorini é a ilha Grega mais deslumbrante, onde podemos apreciar penhascos impressionantes e multicoloridos, que nascem da profunda caldeira azul inundada pelo mar.

Quando estive em Santorini visitei dois locais sumptuosos: Oia e Fira.

As paisagens que se contemplam de Oia são fascinantes. A cor do mar Egeu abraça as casinhas brancas e azuis, ilustrando um postal, onde nós próprios estamos inseridos.

 










Fira, cidade principal, para além dos serviços, cafés, lojas e restaurantes, permite perdermo-nos por entre ruas e vielas. O acesso a Fira pode ser realizado em cima dos burritos, mascotes da ilha. Eu não usufrui desse transporte, porque não concordo em sobrecarregar o animal em prol do nosso comodismo. Assim fui a pé até ao navio, mas podia usufruir do funicular que está disponível para os turistas deslumbrarem-se com a paisagem sobre o mar Egeu.





Santorini tem locais de esplendor inegável, partindo da vila tradicionalmente Grega, às praias de areia vulcânica e às paisagens dignas de postais. É sem dúvida um destino que vou voltar.