9 de junho de 2013

Empadão de carne com puré de brócolos





Ingredientes:

1 kg de brócolos congelados
500g de carne picada
Cogumelos
Polpa de tomate
2 tomates maduros
1 Cebola
2 dentes de Alho
Azeite, q.b.
1 folha de Louro
Leite, q.b.
Sal e Pimenta q.b;
Sumo de limão
1 ovo
Queijo ralado, q.b; 


Num tacho, coze-se os brócolos com água e sal e deixá-los escorrer muito bem. 
Numa frigideira anti aderente, coloca-se um fio de azeite, pica-se 2 dentes alhos pequenos, a folha de louro e a cebola a gosto;
Deixa-se fritar um bocadinho a cebola e o alho no azeite e, passado uns minutos, adicionar o tomate para que se desfaça, e um pouco de polpa de tomate para dar sabor ao refogado.
Depois da mistura anterior ferve-se um bocadinho, junta-se a carne picada e envolvê-la muito bem, por fim junta-se os cogumelos. Retifica-se dos temperos e juntar sal e pimenta a gosto.
Enquanto a carne cozinha, prepara-se o puré.
Coloca-se os brócolos no tacho, já escorridos, e passa-se com a varinha mágica;
Depois disso, aquece-se um bocado de leite para que, ao juntá-lo aos brócolos, este não arrefeça o puré.
A pouco e pouco, junta-se o leite aquecido até obter a consistência desejada, pelo que poderá ficar mais ou menos espesso.
Assim que atingir a consistência que pretende, retifica-se os temperos: junta-se sumo de limão e pimenta a gosto.
Num pirex que possa ir ao forno, coloca-se uma camada de carne, uma de puré e finalizar com outra camada de carne. 
Bate-se o ovo e espalhá-lo por cima, juntando também um bocadinho de queijo ralado. 

Coloca-se no forno até ficar douradinho.

Bom apetite!

8 de junho de 2013

Terras do Bouro



Terras de Bouro é uma bonita vila, sede do concelho mais rural do distrito de Braga. O concelho de Terras de Bouro, situado em pleno coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês é percorrido pelas bacias do Cávado e Homem, é riquíssimo em história, tradições e paisagens deslumbrantes.

Esta é uma região habitada pelo Homem desde tempos pré-históricos, rica em legados arqueológicos, como os de ocupação Romana, Sueva, Visigótica e Mourisca do território. De facto, pensa-se que o termo “Bouro” provirá de “Búrios“, povo Suevo de fortes tradições religiosas que viveu nesta região. Um dos principais marcos arqueológicos da região é a importante Via Romana que ligava Braga a Astorga, uma das mais importantes do território Ibérico, utilizada ainda na Idade Média como um dos caminhos de Santiago, encontrando-se mais de 30 marcos miliários Romanos.

O concelho é rico em património religioso e milhares de peregrinos e devotos visitam, ao longo de todo o ano, o recinto do Santuário de São Bento da Porta Aberta, situado à entrada da serra do Gerês, para cumprirem as mais variadas promessas e rogarem por novas benesses àquele que é tido como o maior santo milagreiro do Norte do País. O Santuário de São Bento da Porta Aberta popularizou-se até terras mais recônditas. As caminhadas e as romarias dos peregrinos nos dias de Festa, 21 de Março, 11 de Julho e, principalmente, 12 e 13 de Agosto fazem com que o religioso e o profano se cruzem numa simbiose rica e natural.



O Santuário de São Bento da Porta Aberta tem, segundo a tradição, origem numa ermida construída no local, por volta de 1640, cujas portas estavam sempre abertas, para servir de abrigo a quem passava. A construção do actual Santuário iniciou-se em 1880, e ficou concluída em 1895, caracteriza-se pelos painéis de azulejos da capela-mor, que retratam a vida de S. Bento, assim como pelo retábulo de talha dourada. O elevado número de peregrinos levou à construção de novas instalações perto do primitivo santuário, cujas obras foram concluídas em 2002, de que faz parte uma enfermaria para atendimento de peregrinos.







Iniciamos a visita partindo da Abadia, logo à saída encontramos a Gruta da aparição e mais acima as duas últimas capelas retangulares da Via - Sacra. Subindo a montanha, chegamos a Santa Isabel do Monte. Atravessamos a estrada, caminhamos em direção ao Formigueiro, onde, em 1920, foi encontrada a Imagem de S. Bento, que tinha desaparecido do Santuário. Continuando o percurso, entramos no Santuário de S. Bento, pelo lado do Parque.

Outra referência em termos de turismo religioso é o monumento de Bom Jesus das Mós, estrategicamente situado no alto de Carvalheira, ou monte das Mós de onde se vislumbra uma paisagem rural aberta, alcançando toda a freguesia e aldeias circundantes. A construção deste monumento, que invoca o Sagrado Coração de Jesus, começou em 1902 e concluiu-se em 1912. 




Outra atração do concelho são os miradouros, espelho da beleza fantástica do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Miradouro da Pedra Bela, em Terras de Bouro, está situado a cerca de 800 metros de altitude. 
Este é um dos locais mais famosos do Gerês, e uma vez avistando a paisagem, percebe-se instintivamente o porquê. Montanhas, a albufeira da Caniçada, os rios que serpenteiam a serra, a confluência do Rio Cávado com o rio Caldo, a vegetação própria desta serra, ou a estonteante Portela do Homem. 
A Pedra Bela desde sempre encantou, dizendo os antigos que foi a mão divina que aqui a colocou, como que uma peça num presépio, perfeita e imponente. 






Por toda a região encontram-se pequenas e encantadoras aldeias rurais, que parecem magicamente paradas no tempo, onde a tradição ainda reina, e a terra vai ofertando os seus frutos a quem sabiamente a cuida. Uma das aldeias que visitamos foi a aldeia de Brufe. 

Brufe encontra-se na vertente da serra Amarela, em fronte com a freguesia de Carvalheira e a montante com a albufeira de Vilarinho das Furnas, onde outrora vigorou a aldeia comunitária de Vilarinho das Furnas. 





A aldeia de Brufe revela um elevado património rural que denuncia o enraizamento de culturas e tradições peculiares, símbolo arcaico das comunidades oriundas dos territórios de montanha. O conjunto habitacional, organizou-se ao longo de terrenos acidentados e, hoje, constitui uma aldeia turística composta por construções arquitetonicamente simples, de sólidas paredes de alvenaria granítica e madeiramentos a ornar as varandas e janelas. Os espigueiros, eiras, sequeiras e moinhos-de-água perfazem um ambiente harmonioso, eminentemente rural.







Em Brufe fizemos uma pausa e almoçamos no restaurante “Abocanhado”, com uma vista magnifica para ma paisagem bucólica. 

Após o almoço visitamos a barragem Vilarinho das Furnas alimentada pelo rio Homem.

Foi inaugurada em 1972, com uma altura de 94 m, situa-se na bacia hidrográfica do rio Cávado. 




Antes da construção da barragem existia a aldeia Vilarinho das Furnas, desde1971 que esta aldeia está submersa pela albufeira da barragem.

Contudo, quando a barragem é esvaziada para limpeza ou quando desce o nível das águas em períodos de seca, podem ver-se ainda as casas, os caminhos e os muros da antiga aldeia.
Na gastronomia local temos o famoso Sarrabulho de Terras de Bouro, que atrai muitos turistas.

De forma, a espelhar a visita ao concelho de Terras do Bouro, termino com uma frase de Miguel Torga – “desfrutar da natureza, em toda a sua plenitude”, onde: "tudo se conjuga para que nada falte à sua grandeza e perfeição" (Diário VII).


7 de junho de 2013

Vizela

Vizela é uma cidade do distrito de Braga. O concelho foi criado em 1361, vindo a ser extinto em 1408. Teve então a designação de Riba Vizela. 

Conhecer as raízes de Vizela, ou Caldas de Vizela, como também é conhecida, é viajar no tempo e partir à descoberta de uma história milenar que tem o seu início muito antes da fundação da própria nacionalidade. 
Dos vários povos que por esta terra passaram, foram os Romanos que mais marcas deixaram. O seu mais importante legado foi a preciosa descoberta das propriedades medicinais das águas termais. Aproveitando a qualidade terapêutica das águas, indicadas para doenças respiratórias, doenças de pele e reumatismos, o atual balneário termal foi construído em 1870.



Para além do termalismo, Vizela tem ainda para oferecer, um vasto e rico património cultural e religioso.

Assim, visitamos a Ponte Romana de S. João, um ex-libris, erigido num dos locais que em tempos foi considerado como um dos mais belos de Vizela, faz parte de um dos mais importante recursos do património construído do concelho de Vizela. 
Edificada durante o período romano, fez parte da via - militar romana que ligava as localidades de Braga e Mérida. 

Visitamos as Capelas do Sítio do Santuário de S. Bento das Peras, situadas no cimo do Monte de S. Bento, a 410 metros de altitude. A capela mais antiga é o local preferencial pelos devotos para cumprirem as suas promessas, está datada do Século XVI. A mais recente foi dedicada ao culto em Outubro de 1970.




Característica única deste local é também os penedos pintados de branco que se apresentam por toda a encosta do monte, que significam o agradecimento dos devotos por graças concedidas. 






Também visitamos a Capela de Nossa Senhora da Tocha, a sua construção data do Séc. XVIII. De destacar o seu ameado e os trinta e nove merlões, decorados com motivos românicos. 




Outra atração é o Parque das Termas que se localiza no centro da cidade, mais precisamente na freguesia de S. João. Este espaço é considerado como sendo o “pulmão” de Vizela, devido à sua vasta vegetação, distinguindo-se aqui inúmeras espécies de árvores, algumas delas centenárias. 

Uma visita a Vizela só fica completa uma vez provadas as iguarias da terra, uma cozinha tradicional bem acompanhada pelos néctares da região, o vinho verde, e complementada pelo célebre Bolinhol, doce único em Portugal.


6 de junho de 2013

Celorico de Basto



Celorico de Basto é uma cidade do distrito de Braga, que terá sido ocupado desde tempos muito remotos, tal como nos testemunham as marcas que as civilizações mais antigas ali deixaram.

Os mais antigos vestígios de povoamento do espaço geográfico atual do concelho de Celorico de Basto, revelados pela prospeção recente e intervenção pontual de contextos arqueológicos, são atribuíveis ao início do megalitismo. Para este período pode apontar-se o grande conjunto de mamoas do Planalto da Lameira. Da Idade do Ferro destaca-se o povoado de Bouça de Mosqueiros, em Britelo, o Castro do Ladário, em Ribas, o Castro de Barrega, em Borba e o Castro de Ourilhe e outros de menor relevância. A Romanização está bem patente em Celorico de Basto e as marcas deste período encontram-se um pouco por todo o espaço concelhio.

Alguns autores, porém, ao pretenderem explicar a etimologia da toponímia local dizem ter existido por estas bandas a famosa Celiobriga que foi cidade (brigum) dos povos celerinos (celio), donde terá resultado – toponimicamente – Celorico. Povos Bástulos ou Bastetanos que por ali se teriam fixado, podem estar na origem do patronímico Basto. Estes e outros povos peninsulares devem ter ocupado extensas áreas, desde as vertentes do Tâmega, até aos montes de Barroso e de Ceva, que, no seu todo, vieram a ser conhecidas por Terra de Basto.




A região prima pelo grande número de casas e solares senhoriais e brasonadas que, sobretudo a partir do século XVII, foram construídas na região, marcando para sempre o traçado desta serrana paisagem, incutindo muitos pormenores Barrocos, com os materiais da zona. Entre as muitas existentes, destacam-se a Casa do Campo, os solares da Boa Vista e do Outeiro (século XVIII), a Casa da Portela, a da Gandarela, a do Prado (século XIX) ou a Casa da Igreja (século XVIII). 

Também visitamos o Castelo de Celorico, vulgarmente conhecido como Castelo de Arnoia (por se localizar nessa mesma freguesia), monumento militar, situado sobre a antiga povoação de "Villa de Basto" , que foi durante longo tempo sede deste concelho.
A data da sua fundação perdeu-se nos tempos, embora se defenda uma possível edificação, sobre ruínas de um povoamento castrejo, a partir do qual se alicerçou o castelo, constituído por uma única linha de muralhas, a respetiva torre de menagem e uma pequena barbaçã. O certo é que o castelo e a circunscrição territorial de Celorico já existiriam desde o século XI, acreditando-se que tenha sido edificado, à imagem de outros do mesmo género, existentes no Norte do País, durante os séculos IX-X . A este castelo está também ligado o feito lendário de Martim Vasques da Cunha, contado no "Livro das Linhagens", do Conde D. Pedro.



Outro monumento que visitamos foi o mosteiro beneditino de S. João de Arnoia, que terá sido construído antes da Nacionalidade e também conhecido por S. João do Ermo. 




A natureza circundante de Celorico de Basto é um dos seus maiores atributos Patrimoniais, tendo-se dos Miradouros vizinhos, nomeadamente no Alto do Viso e no Castelo de Arnóia, vistas fabulosas que se estendem desde o vale do Tâmega até ao maciço montanhoso de Alvão e Marão. 

Também percorremos um percurso constituído por um conjunto de dez moinhos localizados num pequeno trecho do Rio Bugio,. O percurso desenvolve-se ao longo das levadas que envolvem os moinhos, os quais foram objeto de pequenas intervenções para permitirem a circulação das pessoas. Não sabemos ao certo quando foram construídos os primeiros moinhos neste trecho do rio, mas já na doação de Vila Boa em 1072 ao Mosteiro de Pombeiro se incluíam as "sesegas molinarias" aqui existentes e cuja construção talvez tivesse sido da iniciativa dos "senhores" dessa Villa, que entregariam a sua exploração a moleiros de profissão. 

Outra pérola do património de Celorico é a Camélia nos Jardins de Basto. Quem passear pelas Terras de Basto e particularmente no concelho de Celorico de Basto, verificará que não há solar, casa senhorial ou igreja que não possua alguns exemplares de camélias nas suas imediações, alegrando a paisagem como pinceladas de cor.
Imperatriz do Oriente, rosa da China ou simplesmente Camélia como vulgarmente é conhecida entre nós, é proveniente das Terras do Sol Nascente e terá sido introduzida em Portugal na época dos descobrimentos. A sua boa aclimatação e o fascínio que desde sempre suscitou transformando-se em flor inspiradora de paixões e musa de pintores e romancistas, deram-lhe um lugar de destaque nos jardins de Portugal e particularmente nos de Celorico de Basto.

A gastronomia é outra atração do concelho, as couves com feijão, acompanhadas com toucinho, são um prato rústico com tradição. O arroz de cabidela de frango "pica no chão", o "bacalhau à Freixieiro”, o cabrito assado com arroz de forno, a vitela assada, o cozido à portuguesa, a feijoada com chispe continuam a fazer as delícias dos apreciadores de boa mesa, ao qual não pode faltar o acompanhamento de um verde tinto "encorpado".
Na doçaria temos o pão-de-ló, as cavacas, os rosquilhos, as galhofas e o pudim caseiro.

Concluindo, o concelho de Celorico de Basto é o local ideal para visitar. Possui um vasto património Histórico, Arquitectónico e Arqueológico. Tem vários espaços que permitem uma estadia agradável como parques de Lazer, ou áreas sazonais de Banho.

4 de junho de 2013

Recordações




"A felicidade só cria recordações."

                               Honoré de Balzac

3 de junho de 2013

Quando estamos motivados


Foto by Ricardo Araújo



"Quando estamos motivados por metas que têm significados profundos, por sonhos que precisam ser realizados, por puro amor que precisa se expressar, então nós vivemos verdadeiramente a vida."

                                                                                                                     Greg Anderson

2 de junho de 2013

Just Give Me A Reason


Ovos recheados

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Ingredientes:

2 ovos
Fiambre de perú ou frango aos cubos
1 colher de sopa maionese
1 colher de sopa de queijo Philadelphia
Salsa picada
Queijo mozzarella ralado
Sal e pimenta

Coze-se os ovos, dá-se um corte longitudinal e retira-se a gemas e mistura-se as gemas, com a maionese, o queijo creme, a salsa, o fiambre aos cubos e tempera-se com sal e pimenta. Recheias as claras cozidas dos ovos com este preparado e polvilha-se com queijo ralado e vai ao forno a gratinar. 

Bom apetite!

1 de junho de 2013

Dia da Criança





"Ser criança é ser tesouro sem igual,
É a liberdade de correr, saltar, brincar,
É um ser sensível, doce e sentimental,
É o sonho que nunca se deixa de sonhar. 

Ser criança é a tristeza do chorar
E a imensa alegria de saber sorrir,
É ter esse dom imenso de perdoar
Mesmo a maldade que só quer magoar.

Ser criança é pintar com as mãos e desenhar
Tudo e nada nas folhas brancas da imaginação,
Ser criança é ser capaz de ensinar a amar,
É ter o mundo inteiro na palma da sua mão.

Ser criança é ter fé, amor, viver a esperança
De que o mundo pode ser um lugar melhor,
Ser criança é ter fé, ter força e ter confiança,
É ser no jardim da vida a mais bela flor.

Ser criança é ver a vida com olhos de inocência,
É acreditar que o mundo é um jardim em flor,
Ser criança é ser fruto, é ser descendência,
É ser a forma mais universal do AMOR!"