14 de abril de 2012
Mousse de Morangos light
Ingredientes:
2 chávenas de morangos
2 folhas de gelatina
2 iogurte gregos
água (para dissolver as folhas de gelatina)
Dissolve-se as folhas de gelatina na água. Tritura-se os morangos.
Bate-se todos os ingredientes no liquidificador.
Por fim, coloca-se no frigorífico.
Bom apetite!
Leite-Creme
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 litro de leite
5 gemas de ovos
2 colheres de sopa cheias de maizena
Cascas de limão, q.b.
1 pau de canela
Canela em pó, q.b.
Leva-se a lume médio, tudo misturado previamente, inclusive as gemas de ovo. Mexer sempre até engrossar. Quando arrefecer, queima-se ou salpica-se com canela.
Bom apetite!
13 de abril de 2012
A vida
A vida faz sentido
quando se erguem objetivos a concretizar,
quando os obstáculos são superados,
quando as forças são unidas,
quando a nossa semente cresce sobre nossa proteção,
quando o amor supera todas as adversidades e
permanece para sempre no íntimo do nosso ser.
quando se erguem objetivos a concretizar,
quando os obstáculos são superados,
quando as forças são unidas,
quando a nossa semente cresce sobre nossa proteção,
quando o amor supera todas as adversidades e
permanece para sempre no íntimo do nosso ser.
by Carfil
Felicidade
"A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz."
Freud
12 de abril de 2012
Esposende
Esposende pertencente ao distrito de Braga, a cidade é designada como "um privilégio da natureza", visto que encontra-se entre o mar, o rio, a planície e entre o Monte de Faro.
A ocupação humana na área do atual Concelho de Esposende é muito antiga, havendo testemunhos arqueológicos que remontam a uma pré-história de que apenas restam os artefactos de pedra ou de cerâmica. As indústrias dos metais estão também presentes na arqueologia da região, e a ocupação romana é conhecida por via arqueológica e documental. Assim também para os reinos bárbaros e para a Idade Média.
A época das grandes navegações atlânticas foi significativa para Esposende, e os povos clamaram ao Rei, repetidas vezes, por privilégios que lhes tardavam em chegar. Por isso a data de 1572 tem tanto eco na memória coletiva de Esposende: D. Sebastião elevou a Vila o então “lugar”, criando o Município que hoje subsiste.
À tradicional indústria da extração do sal, e à agricultura e pastorícias coevas, juntou-se, na era das navegações, a construção naval e o comércio marítimo. O ouro do Brasil também chegou a Esposende, e, mais tarde, daqui partiram alguns para regressarem depois como “brasileiros de torna viagem”. Não é de estranhar que a riqueza patrimonial tenha uma marca forte desses séculos, posteriores ao XVI.
Num concelho que concilia todas as vertentes da natureza, Esposende tem para oferecer extensos areais e dunas, pinhais e zonas florestais com núcleos de carvalhos, montes e arribas fósseis, rios e mar, tudo enquadrado num equilíbrio dinâmico e que permitem afirmar: “Esposende, um privilégio da natureza”.
Do alto do monte de São Lourenço ou da Senhora da Guia, poderemos apreciar o recorte marítimo da costa e o encanto das suas praias, a excelência das praias fluviais que marginam estes rios e o seu feliz encontro com a imensidão do Atlântico.
Ao longo do passeio pela cidade deparamo-nos com várias atrações como a Igreja Velha, onde se iniciou o original Banho Santo, uma das mais importantes romarias da península Ibérica ligadas aos benefícios da água do mar, em S. Bartolomeu de Mar, a Capela dos Mareantes, com o seu genuíno teto dos apóstolos, abóbada esculpida em talha policroma, na Igreja da Misericórdia em Esposende, o Forte de S. João Baptista, fortificação do séc. XVII, de traço Vauban na margem norte da foz do rio, onde atualmente se aloja o Farol de Esposende.
Em Fão visitamos o Facho da Bonança, pequeno fortim de atalaia, tão importante na defesa da costa durante as Invasões Francesas e as Lutas Liberais, e a Capela da Senhora da Bonança, Virgem padroeira e protetora dos pescadores, que desde o mar da Afurada à vizinha Galiza aqui se refugiavam e pediam graças até meados do séc. XX, também em Fão, destacam-se nos sítios de interesse patrimonial a visitar.
Fora do centro da cidade, no monte São Lourenço, visitamos o castro de S. Lourenço, um povoado fortificado, no qual foram encontrados vestígios que recuam ao séc. IV a.C. Desde o séc. II a.C. que as casas vão sendo construídas por todo o monte em patamares. A área escavada mostrou a existência de núcleos habitacionais, os quais são frequentemente rodeados por lajeado. A defesa era assegurada por três muralhas.
Nos finais do séc. I a.C. assistiu-se a transformações que perduraram até ao séc. IV d.C., com todos os indícios de romanização.
Após um período de abandono o Monte de S. Lourenço volta a ser ocupado, por volta do séc. XIV quando é erguido um sistema defensivo, tipo pequeno castelo.
Para além do aspeto histórico-arqueológico o Monte de S. Lourenço é um local de rara beleza paisagística. O Miradouro com vista para o Atlântico, permite a visão da orla costeira, onde se destacam pontos como a Póvoa de Varzim, o pinhal do Ofir ou mesmo os célebres "Cavalos de Fão".
A gastronomia de Esposende é igualmente rica, com grande influência marítima, com destaque para o robalo assado no forno, tainha, solha, lampreia e, claro, os mariscos frescos, tudo regado com o famoso vinho verde da região.
Concluindo, Esposende proporciona ao visitante um belo passeio pela natureza e pela história da cidade.
Vila Flor
Vila flor situa-se no distrito de Bragança, esta vila é considera a Capital do Azeite.
D. Dinis, Rei Poeta, aquando da sua passagem por este burgo até então denominado por "Póvoa d´Álem Sabor", ficara encantado e rendido à beleza da paisagem e, em 1286, carinhosamente a re-baptizou de "Vila Flor". Cerca de 1295, D. Dinis manda erguer, em seu redor, em jeito de proteção, uma cinta de muralhas com 5 portas ou arcos. Resta o Arco de D. Dinis, monumento de interesse público.
Da beleza natural da freguesia, destacam-se os vinhedos e olivais, assim como os fraguedos salpicados por pequenos ramos de giesta, urze e rosmaninho.
O património religioso e senhorial edificado, as paisagens e locais naturais de rara beleza, fazem com que a freguesia de Vila Flor ofereça diversos pontos de interesse dignos de visita. É o caso da famosa Fonte Romana, antiga Fonte do poço, uma fonte quinhentista, com quatro pilares e seis colunas jónicas que suportam uma cúpula de tijolo.
Percorremos o seu centro histórico e deparamo-nos com a Rua Nova, uma das ruas mais antigas de Vila Flor, situando-se nas imediações do Arco de D. Dinis. Foi em tempos habitada pelos judeus, onde desenvolviam os seus negócios.
Também visitamos o Solar dos Aguillares, exemplar raro de habitação senhorial dos primeiros donatários de Vila Flor, do século XII/XIV, é hoje o Museu Municipal, onde se exibem as coleções de pintura, de arqueologia e etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhística de Raul Sá Correia.
Mesmo no centro da vila encontramos a Igreja Matriz, dedicada a S. Bartolomeu - o padroeiro - foi edificada em substituição de uma anterior que em 1708 foi demolida, é essencialmente barroca, sendo os altares colaterais em talha dourado século XVII, trazidos da Falperra, em Braga. Possui um painel de Manuel de Moura, pintor vilaflorense do século XIX.
No largo do Rossio observamos a Igreja da Misericórdia, no local onde existe agora esta igreja parece ter existido, quase desde o tempo da fundação da vila, uma capela.
Fora do centro da cidade, na freguesia de Freixiel, deparamo-nos com as Ruínas da capela de S. Domingos, um monumento bem degradado, mas situado no cerne de uma bela paisagem.
No campo paisagístico há a salientar o Monte de Nossa Senhora da Lapa, de onde se obtém uma surpreendente panorâmica.
A gastronomia do concelho de Vila Flor caracteriza-se pelas suas alheiras e enchidos, pelas alcaparras, a açorda de espargos, os milhos com carne de porco e também os peixinhos do rio.
Relativamente à doçaria, predominam o leite creme, a aletria com miolo de amêndoas, o arroz doce enfeitado com canela, as rabanadas cobertas com calda de açúcar, mas mais tradicionalmente com mel, as bolas de ovos e azeite, biscoitos da sertã, doce de abóbora com amêndoa e canela, e também os chamados bolos económicos.
Em suma, Vila flor é um local com história secular e um passado vasto e rico, envolto por belas paisagens.
11 de abril de 2012
Se cada um escrevesse a sua vida
“Se cada um escrevesse a sua vida, que grande biblioteca, teríamos de levar os livros para a lua e quando quiséssemos saber quem Fulano é ou foi, viajaríamos pelo espaço para descobrir aquele mundo, não a lua, mas a VIDA."
José Saramago
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