27 de novembro de 2011
Fado é Património da Humanidade
O fado é Património Imaterial da Humanidade segundo decisão tomada este domingo durante o VI Comité Intergovernamental da Organização da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), avança a Lusa.
A candidatura portuguesa foi considerada como "exemplar" pelos peritos da UNESCO.
Foi o antigo presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes que lançou a ideia de candidatar o fado a Património Imaterial da Humanidade e escolheu os fadistas Mariza e Carlos do Carmo para embaixadores da candidatura.
No dia 28 de Junho de 2010, foi apresentada ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e formalizada junto da Comissão Nacional da UNESCO. Em Agosto desse ano, deu entrada na sede da organização, em Paris.
"Mais pessoas ficarão a conhecer o fado".
Noticia retirada do site: http://www.boasnoticias.pt/noticias_Fado-%C3%A9-Patrim%C3%B3nio-da-Humanidade_9026.html
26 de novembro de 2011
Vitela assada com molho de mel
Ingredientes:
- 500 g de vitela
- Tiras finas de bacon
- Cogumelos frescos
- 4 colheres de sopa de vinagre (usei vinagre de vinho tinto)
- 3 colheres de sopa de molho soja
- 2 colheres de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de mel
- 1 pau de canela partido aos pedaços
- 1/2 colher de chá de gengibre em pó
- 1 cebola picada
- Sal, q.b.
Acompanhamento:
Puré de batata
Legumes salteados
Junta-se o vinagre, o molho de soja, o azeite, o mel, a canela, o gengibre, a cebola picada e o sal num saco, insere-se a peça de vitela, fecha-se e agita-se bem. Deixa-se a marinar de um dia para o outro no frigorífico.
Distribui-se a vitela por um tabuleiro e rega-se com a marinada. Cobre-se com papel de alumínio de leva-se ao forno por cerca de 1h20 minutos. Uns 15 minutos antes de a vitela estar pronta acrescenta-se os cogumelos frescos laminados e tiras de bacon.
Por fim lamina-se a vitela e podemos acompanhá-la com puré de batata e legumes salteados.
Bom apetite!
25 de novembro de 2011
Viana do Castelo
Situada na foz do rio Lima, entre o mar e as montanhas, a atractiva cidade de Viana do Castelo está imersa em tradição. Historicamente, a cidade foi um ponto de partida crucial durante a Era dos Descobrimentos, quando muitos exploradores portugueses embarcaram para descobrir o mundo ainda desconhecido.
Viana do Castelo foi fundada em 1258 pelo rei D. Afonso III, com o topónimo de Viana da Foz do Minho, mas toda a sua região conta com a presença de tribos e povos bem anteriores, como comprovam as ruínas de um castro ou citânia, provavelmente da Idade do Ferro, no topo do lindíssimo Monte de Santa Luzia.
Atualmente, Viana do Castelo possui um próspero porto de pesca, reconhecido pela sua arquitectura avançada com influências manuelinas e renascentistas e um inovador design contemporâneo. No sopé da colina de Santa Luzia, as estreitas ruelas calcetadas são ladeadas por belos palacetes e solares construídos ao longo de séculos. A bela praia do Cabedelo estende-se ao longo do estuário do Lima.
Iniciamos a nossa visita pelo centro histórico onde fomos envolvidos por vários monumentos históricos, o Chafariz, a Misericórdia, a Capela das Malheiras, o Museu do Traje, o Antigos Paços do Concelho, a Casa dos Sotto Mayor, o Hospital Velho, a Casa dos Lunas, a Casa de João Velho e a Sé Catedral.
O edifico dos Antigos Paços do Concelho é do séc. XVI, neste consta o andar nobre a "Câmara" onde reunia a vereação e no piso térreo uma arcada para abrigo das pessoas e de escribas que aqui redigiam, para os iletrados, requerimentos e outros documentos endereçados à Câmara.
A igreja da Misericórdia é do séc. XVIII, esta é composta por uma ilustre combinação de arcadas romanas, varandas renascentistas e pilares com gravações intrincadas. A decoração do interior apresenta influências barrocas e rococó, como as gravuras douradas, as esculturas e as pinturas. Nesta igreja encontram-se ainda alguns dos painéis de azulejos portugueses mais belos do país, representando passagens bíblicas.
Também visitamos a Sé de Viana, do séc. XV, embora apresente uma estrutura maciça bem ao gosto da arquitectura românica, é sem dúvida uma obra influenciada pela estética gótica, tendo a sua construção sido iniciada nos alvores do século XV. O portal apresenta um arco ogivado recortado por três arquivoltas profusamente decoradas, que são suportadas por seis esculturas que representam outros tantos apóstolos (S. Pedro, S. Paulo, S. João, S. Bartolomeu S. Tiago e Santo André).
As ruas e ruelas do centro histórico, um dos mais conservados do país, chamaram-nos à nossa atenção, quer pelas belas fachadas armoriadas, quer pelos painéis de azulejos preciosos no traço e na cor, constituindo um autêntico compêndio da história da arquitectura em Portugal.
Ao longo do passeio pela cidade fomo-nos cruzando com outras atrações, nomeadamente a Estátua de Viana (Séc. XVIII). A figura feminina de vestes ondulantes, segurando uma caravela, em estilo rococó, que domina todo o conjunto, simboliza Viana e a sua vocação marinheira. Os quatro bustos que rematam as esquinas do pedestal, simbolizam os continentes, europeu, asiático, africano e americano, como alusão aos "quatro cantos do mundo" e à tradição mareante e mercadora dos vianenses.
Depois de percorrermos as ruelas históricas da cidade dirigimo-nos ao Monte de Santa Luzia. Podemos aceder ao monte de carro ou de funicular, optamos pelo funicular de forma a apreciarmos a beleza envolvente.
O Monte de Santa Luzia encontra-se num dos locais mais belos do Minho. A Igreja de Santa Luzia iniciou a sua construção em 1903 e ficou totalmente concluída apenas em 1943. Do alto deste monte a vista é lindíssima, avistando-se o centro histórico de Viana e toda a foz do rio Lima que desagua no imenso oceano Atlântico.
Este templo denominado de Sagrado Coração de Jesus é um excelente exemplo de arquitectura revivalista congregando de uma forma monumental mas harmoniosa elementos neo-romanicos, neobizantinos e neogóticos.
Foram várias as visitas que realizamos a este local, sempre que visitamos a região do Minho passamos pelo Monte Santa Luzia de forma a contemplarmos o encanto da sua igreja, a beleza da natureza envolvente e a magnitude das vistas que alcançamos deste local.
De volta ao centro histórico de Viana decidimos saborear as deliciosas bolas de Berlim e as natas da confeitaria Zé Natário.
Fora do centro da cidade, encontramos os Moinhos de Vento de Montedor, únicos moinhos de vento de velas trapezoidais de madeira em funcionamento em Portugal.
A cidade de Viana do Castelo está rodeada por montanhas verdejantes e pela serenidade do Rio Lima, espelhando paisagens deslumbrantes.
23 de novembro de 2011
Bragança
Bragança é uma cidade situada na região de Trás-os-Montes, esta tem uma histórica bem antiga, uma vez que era uma povoação importante no período de ocupação romana, tendo mesmo sido apelidada de “Juliobriga” e “Brigantia”.
D. Sancho I repovoou a cidade, e nomeou-a finalmente de Bragança, após muitas ocupações e pertenças e, dada a sua situação estratégica, sobretudo a nível militar e de controlo de vias de trânsito, sendo igualmente um local de passagem para as peregrinações a S. Tiago de Compostela desde o século XII.
Percorremos o núcleo urbano medieval, murado e acastelado, no século XII. Adorei passear pela Cidadela, dignamente representada pela imponente Torre de Menagem do Castelo, pelo Pelourinho, pela Igreja de Santa Maria e pela Domus Municipalis. Edifício único na Península Ibérica de arquitetura Românica, com a forma de um pentágono irregular, construído no século XII, e a Torre da Princesa, um magnífico miradouro com vista para a cidade.
O centro da cidade, já fora da cidadela Bragantina, é constituído por excelentes monumentos dignos de registo como a bonita Praça da Sé, o Cruzeiro de 1689, a Sé Catedral do século XVI e o Palacete dos Calaínhos do século XVIII.
O património religioso é igualmente rico, como as Igrejas da Misericórdia, de São Bento, de São Vicente, ou o Convento e igreja de São Francisco e, já fora do centro, a importante Igreja do Mosteiro de Castro de Avelãs do século XII.
No decorrer da visita passamos pelas rotundas da cidade que ilustram parte da história e cultura da região.
Bragança é uma cidade histórica, que oferece cenários únicos, vilas históricas, paisagens naturais e uma gastronomia transmontana riquíssima .
22 de novembro de 2011
We Can Change the World
A humanidade está mergulhada em valores hediondos contribuindo para a privação da condição humana. Devemos lutar com todas as forças contra as atrocidades cultivadas nesta sociedade mesquinha e despida de valias. Unidos conseguimos mudar o mundo!
by Carfil
21 de novembro de 2011
A importância do pequeno-almoço
Fazer dieta não é, de forma alguma, passar fome. Muito menos saltar refeições. Fazer dieta é seguir um regime alimentar saudável, adequando a cada pessoa e às suas necessidades.
Para termos uma alimentação saudável temos que começar logo ao acordar. O pequeno almoço é a primeira e a mais importante refeição do dia, não só porque é a primeira e temos que arranjar energias para vencer o dia, mas também porque se a nossa alimentação começar errada logo ao pequeno almoço, dificilmente conseguiremos recuperar o resto do dia.
A importância do pequeno almoço
O pequeno almoço é considerado a mais importante refeição do dia, pois, desde a última refeição de um dia, até à primeira do dia seguinte passam em média 10 horas. Quando acordamos precisamos repor energias para abraçarmos o dia com força, boa disposição e bom humor. A nossas células cerebrais precisam de energia e é o pequeno almoço que as vai repor as necessidades do nosso organismo. Há estudos que demosntram que as crianças que não tomam o pequeno almoço têm défice de concentração na escola, assim como que a falta de pequeno almoço num adulto se reflecte no défice de produtividade e concentração.
Saltar esta refeição pode ser prejudicial para quem faz dieta por diversos factores. O facto de ficar muitas horas sem comer, desacelera o metabolismo e além de não ser saudável para o organismo, vai fazer com que quando comer, a sensação de fome seja tanta que se torne muito mais difícil saciá-la, ou seja, vamos comer muito numa só refeição, e como isso tem consequências, vamos ter muito mais dificuldade em fazer a digestão e o corpo vai acumular muito mais gorduras e assim sucessivamente.
Consequentemente também vamos demorar muito mais tempo a voltar a ter fome, o que fará provavelmente com que saltemos também o lanche e voltaremos a comer demais novamente ao jantar.
Parece simples, e na realidade é muito simples.
Para termos uma alimentação saudável precisamos fazer entre 5 a 6 refeições por dia, entre elas, obviamente o pequeno almoço. Por ser a refeição mais importante do dia, não significa que precisemos comer muito ou ingerir muitas calorias por forma a acumular energia para o dia todo. Precisamos sim, de uma refeição equilibrada.
Sugestões para um pequeno almoço saudável:
1 copo de leite + 2 tostas com fiambre + 1 copo de sumo de laranja natural
1 batido de frutas + 1 tosta com requeijão
1 copo de leite + 2 tostas de requeijão e mel
1 taça de leite com cereais + 1 banana
1 taça de iogurte com cereais + 1 peça de fruta
1 copo de sumo + 2 fatias de pão integral com geleia light
1 copo de leite batido com fruta + 1 torrada com queijo branco
Um pequeno almoço equilibrado deve engloba cereais, fruta e leite ou derivados. Comer fruta ao pequeno almoço, rica em vitaminas e antioxidantes é uma excelente fonte de energia. Pode por exemplo comer batido de frutas com iogurte ou leite. Cereais integrais são ricos em fibras, importantes para obstipação, fraqueza ou até para a depressão. O leite, fonte de cálcio melhora o funcionamento das células e evita a acumulação de gordura.
Um bom pequeno almoço é a melhor forma de regular o apetite durante todo o dia.
Artigo retirado do site: http://www.corpoemdieta.com/o-pequeno-almoco/
20 de novembro de 2011
É necessário abrir os olhos...
Imagem retirada do site: http://www.google.pt/imghp?hl=pt-PT&tab=wi
“ É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender a sua duração, pois a vida está nos olhos de quem sabe ver”
Gabriel Garcia Marquez
19 de novembro de 2011
Ponte de Lima
Ponte de Lima pertence ao distrito de Viana do Castelo e é considerada a vila mais antiga de Portugal, com carta de foral de 1125 passada por D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, o primeiro Rei de Portugal.
A região de Ponte de Lima foi habitada desde os primeiros tempos da pré-história, com diversos monumentos megalíticos por todo o concelho. O monumento mais emblemático desta herança cultural, arquitectónica e artística é a ponte que atravessa o Rio Lima, com os seus quinze grandes arcos de pedra, que caracteriza a própria vila.
As suas pacatas ruas de casas pitorescas, tipicamente minhotas respiram história, integrando um grande número de solares e casas apalaçadas, considerada a capital do Turismo de Habitação do País, atestando igualmente a importância económica de outros tempos, muito derivado da produção de afamado vinho verde.
O património arquitectónico e cultural da vila é riquíssimo, nomeadamente do período Medieval e Renascentista, destacando-se a Igreja Matriz do século XV, a Torre da Cadeia Velha ou da Porta Nova do século XIV e a Torre de São Paulo, integrada no que resta das muralhas defensivas, o Convento de Santo António do século XV, cuja igreja alberga o interessante Museu dos Terceiros, com uma rica colecção de arte sacra, a Igreja da Misericórdia ou a Capela da Nossa Senhora da Penha de França de inícios do século XVII.
Ponte de Lima é também denominada a Capital Nacional dos Jardins. Ninguém fica indiferente aos diversos jardins espalhados pela Vila e são de destacar os Jardins Temáticos do Arnado e o Festival Internacional de Jardins, reconhecido, pela sua especificidade nas áreas da jardinagem, do ambiente e do urbanismo, como um dos maiores eventos da Europa diretamente ligados à arte de fazer jardins.
Em Ponte de Lima, terra de história e de histórias, um passeio pelo centro é um regresso à nossa ancestralidade. Começamos a visita pelo largo de Camões, sala de visitas da vila, onde se encontra o Chafariz Nobre, terminado de construir em 1603.
Em seguida atravessamos a ponte, velha ponte romana, parte da via que ligava Braga a Tui, passavam os centuriões de Roma que mantinham a "paz de Augusto".. Pensa-se que a ponte Romana terá sido construída no século I d.C., já a Medieval, de características góticas, terá sido concluída em 1370.
Do outro lado da ponte encontramos Igreja de Santo António da Torre Velha, do século XIX, com destaque para a altura da torre e para as gárgulas existentes em cada ângulo da mesma.
Ao lado apreciamos a Capela do Anjo da Guarda, uma construção com raízes românicas e góticas, que muitos atribuem ao século XIII. Esta está inserida num cenário harmonioso.
Continuamos na margem direita e percorremos os coloridos Jardins Temáticos do Arnado.
Na margem esquerda, de volta ao centro histórico, admiramos a Torre de S. Paulo, do século XIV, o Pelourinho, a Torre da Cadeia Velha, espaço que serviu de encarceramento até aos anos sessenta do século XX e o Arco da Porta Nova, que dá acesso à velha Rua da Judiaria.
Em seguida percorremos a Avenida dos Plátanos, onde encontramos a barroca Capela de Nossa Senhora da Penha de França. Na mesma avenida, apreciamos a Capela de Nossa Senhora da Guia (século XVII) e o notável conjunto formado pelas Igrejas de Santo António dos Frades (século XV) e da Ordem Terceira de S. Francisco (século XVIII), recentemente recuperadas, que albergam o Museu dos Terceiros.
De volta ao centro da vila, visitamos a Igreja Matriz, mandada reconstruir por D. João I.
Em seguida dirigimo-nos ao Paço do Marquês (século XV) e visitamos os jardins envolventes e as belas varandas manuelinas do edifício.
Na Praça da República destacam-se os monumentos evocativos à Rainha D. Teresa e ao Poeta António Feijó, o edifício dos Paços do Concelho e o Pelourinho.
Ao percorrermos as ruelas históricas da cidade deparamo-nos com a Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras, onde desfrutamos de uma vista sublime para o rio e para o conjunto da totalidade da vila.
Uma das atrações desta vila são as feiras. Em 1115, D. Teresa, mãe de Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, instituiu a Feira de Ponte de Lima, a mais antiga de Portugal. Acontece no início do Outono, no terceiro fim de semana de Setembro, fechando o ciclo das colheitas e enchendo a vila de música, cortejos, touradas à corda, arraiais, bons petiscos e vinhos. Durante todo o ano, de 15 em 15 dias, existe a feira local e podemos aproveitar a oportunidade para conhecer e adquirir os melhores produtos da região.
Esta Terra de saberes e de sabores, mantem uma gastronomia rica, com o irresistível arroz de sarrabulho, associado ao não menos famoso vinho verde.
Ponte de Lima é uma vila histórica que proporciona ao visitante inúmeros prazeres - culturais, históricos e gastronómicos.
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