15 de junho de 2011

Estocolmo


Estocolmo é a capital da Suécia e também a capital da Escandinávia.

Estocolmo é uma cidade construída no meio da água e do verde. Aproximadamente 60% de sua área de 4.900 km2 é ocupada por lagos, canais, parques e jardins.

A viagem que realizei a Estocolmo foi através de um cruzeiro e desta forma tive o privilégio de navegar por canais silencioso e resplandecentes até atracar em Estocolmo.




No dia da chegada a Estocolmo acordei às 3h30 da manhã, e deparei-me com o céu claro e o sol brilhante, vivi o momento das “noite brancas”, uma contemplação espantosa. Quando presenciei as paisagens da proa do navio senti que aquele momento reflicta-se numa paz interior capaz de me serenar e anestesiar. Foram momentos únicos de navegação pela costa da Suécia.




Chegados a Estocolmo o entusiasmo prosperou, de longe já apreciávamos as torres pontiagudas e as casas históricas e monumentais.




Dirigimo-nos ao centro de Estocolmo, Gamla Stan, chamada de cidade velha, este centro é famoso pelas suas ruas estreitas, pelos belos edifícios, lojas e restaurantes. Percorremos toda a cidade a pé, cruzando-nos com ruas medievais e edifícios do século XVII. Esta parte da cidade está localizada numa ilha ao sul do palácio real, e pode ser considerada a genuína de Estocolmo.





As ruas principais Västerlággatan e Öterlánggatan são pedonais, onde encontramos as lojas de souvenirs típicos.
Passamos pela Bolsa de Valores ((Börshuset), local onde atribuem o prémio Nobel da Literatura.

A praça mais importante da cidade é a Slottsbacken, por onde passam as carroças que se dirigem ao Palácio Real.

Como todos os países Nórdicos, também a Suécia tem a sua família real. O palácio real é considerado o principal palácio do país. Este está situado numa das ilhotas da cidade, uma vez que Estocolmo é formada por várias ilhas interligadas. O palácio foi construído no mesmo lugar do castelo Kronor, que foi incendiado em 1697. O palácio de Kungliga Slottet tem 608 aposentos, e a sua atracção principal é a troca da guarda.


A troca da guarda no palácio acontece diariamente às 12 horas, entre os meses de Junho e Agosto, com direito a desfile, começando na praça Sergels Torg e seguindo pelas ruas Hamngatan, Kungsträdgårdsgatan, Strömgatan, Gustav Adolfs Torg, Norrbro, Skeppsbron e Slottsbacken. No restante do ano a cerimónia ocorre somente às quartas-feiras e domingos às 13 horas, sem desfile pela cidade.

Ao lado do Palácio Real encontramos a Catedral – Storkyrkan. Esta igreja é mencionada pela primeira vez em escritos de 1279. Esta tornou-se luterana e protestantes em 1527 e hoje é a Catedral de Estocolmo.





Atravessando a ponte para o sul, passamos por ruas pitorescas do bairro Södermalm, onde podemos apreciar uma vista maravilhosa da cidade.

Caminhar em Estocolmo é cruzar uma sucessão infindável de pontes e canais.





Foram várias as igrejas que nos cruzamos, uma delas foi a igreja de Riddarholmen. Este templo sueco foi onde se realizou o funeral da realeza e da aristocracia para mais de 700 anos. É o único resto de uma abadia em Estocolmo.



Ao longo do percurso pela cidade também fomos encontrando diferentes monumentos todos eles imponentes.





Quem aprecia museus não pode deixar de visitar o principal da cidade, o Statens Historiska Musset. O Museu Sueco de História tem exposições sobre a história do país, desde a pré-história até os dias de hoje, sendo que um de seus pontos altos é a sala dedicada aos Vikings, onde se pode conhecer aspectos geralmente desconhecidos sobre sua cultura e civilização.

Um dos monumentos mais famosos da cidade e o Stadshuset (a torre da Câmara Municipal). A sua construção foi iniciada em 1911, seguindo um projecto de Ragnar Östberg. Entre os meses de Maio a Setembro é possível subir à torre, este é considerado o melhor ponto para se observar Estocolmo. No seu interior podemos apreciar o Salão Dourado, decorado com mosaicos e vitrais primorosos, e apreciar o belo pátio interno, ornamentado com arcadas de frente para o canal.



Outra das atracções da cidade que visitamos foi o Vasamuseet, este deve ser o único museu do mundo especialmente construído para abrigar somente uma obra. Neste caso, o navio Vasa. O Vasa é o único navio do século XVII ainda existente no mundo e um dos mais famosos pontos turísticos do mundo. A história deste imenso navio é tão trágica quanto impressionante. Construído por ordem do rei Sueco Gustavus Adolphus, em 1628, o Vasa afundou no porto de Estocolmo, logo após sua viagem inaugural e por 330 anos permaneceu no fundo das águas, como um Titanic adormecido. Apenas em 1961 foi organizada uma elaborada expedição para resgatá-lo e içá-lo. E felizmente agora podemos apreciar de novo toda arte e maestria dos engenheiros navais Suecos do século XVII.






Junto ao Vasa, perfeitamente conservado, estão diversos objectos intactos dos seus tripulantes, além de moedas, ferramentas, esculturas e impressionantes reconstituições da aparência daqueles que estavam a bordo no dia do naufrágio. O Vasamuseet está localizado em Galärvarvsvägen, na ilha de Djurgården.



Em frente ao Vasamuseet, situa-se o Nordiska museet, o Museu Nórdico mostra uma colecção de elementos decorativos datados entre o séc. XVI e o ano de 1950.



A moeda local é a coroa sueca (símbolo SEK), não realizei o câmbio da moeda, porque utilizava o cartão multibanco. Tudo o que consumi e comprei nesta cidade considerei caro, não só na zona histórica da cidade, como fora desta.

A cidade de Estocolmo conjuga na medida certa aspectos de um local histórico, na medida que conta com belos prédios, com uma cultura enraizada, onde podemos desfrutar de museus e galerias, bem como de um ambiente frenético vivido pelas ruelas da cidade velha.

9 de junho de 2011

Berlim



Capital da Alemanha, Berlim é uma cidade dominada por acontecimentos culturais - ópera, galerias e museus, festivais de cinema e de teatro.

No final do século XIX e até aos anos quarenta do século passado, Berlim foi a grande metrópole europeia com tanto prestígio como Paris. A 2ª Grande Guerra fez com que ficasse partida ao meio, o que fez com que perdesse parte da sua fama. Agora, com a Alemanha reunificada, Berlim é de novo a capital da grande Alemanha e o centro da Europa. O seu nome tem magia ligado ao facto de, inúmeras vezes, ter sido palco da História: foi capital da Prússia e do Império Alemão, foi dividida depois da guerra, centro das atenções mundiais durante o bloqueio dos soviéticos em 1948 e durante a queda do muro a 9 de Novembro de 1989.

Para conhecer Berlim - como aliás qualquer outra cidade - o melhor é andar a pé. Iniciamos a visita à cidade dando um passeio no bairro Nicolau, com as suas casas antigas e no meio do qual se ergue a Câmara Municipal, conhecida por “a Câmara Vermelha” (Rotes Rathaus) por ter sido construída em tijolo vermelho. Em frente à Câmara encontramos uma bela fonte, com o Neptuno como figura principal entre outras figuras mitológicas.





Deste espaço já avistávamos a famosa torre de televisão (Fernsehturm) de 365 metros, acabada de construir em 1969 e no cimo da qual existe um restaurante e uma plataforma panorâmica.

Em seguida seguimos pela avenida Karl Liebnecht apreciando o movimento envolvente até chegarmos à belíssima catedral da cidade, a Berliner Dom. Não deixamos de visitar o seu interior, e apreciar o grandioso órgão, bem como o púlpito em estilo neo-barroco, os vitrais e os sepulcros dos membros da família real, situados no sub solo.





Prosseguindo a caminhada e cruzando o rio Spree chegamos à avenida Unter den Linden, palco de inúmeras manifestações durante o poderio nazi, ladeada de monumentais palacetes que durante os 40 anos da R.D.A. albergaram as embaixadas dos países socialistas. O grande número de palácios existentes em Berlim deve-se ao facto de ter sido capital durante tanto tempo. Cruzamo-nos com os belos prédios da Ópera, Biblioteca Nacional e Universidade Humbold, construída em 1810; foi aqui que estudou Karl Marx entre 1836 e 1841, e com muitos outros monumentos e igrejas.






A alameda termina na Porta de Brandeburgo, um dos emblemas de Berlim. Esta porta triunfal, com as suas seis colunas dóricas a suportar a parte superior no cimo da qual está a quadriga da vitória, tornou-se no pós-guerra no símbolo da divisão da cidade. Construído no século XVIII, durante o reinado do Kaiser Friedrich Wilhelm II, o Brandenburger Tor é muito mais do que apenas um monumento e representa a própria união da Alemanha, onde agora todos podem ir e voltar onde e quando quiserem. É quase impossível passar entre as suas seis colunas e não sentir um arrepio!




Seguimos até a Praça da Grande Estrela, no centro da qual está a enorme (67 metros) Coluna da Vitória (Siegessäule), erigida por ordem do Imperador Guilherme I em memória das vitoriosas guerras prussas. Este monumento costuma ser o ponto central de manifestações.



Deste local seguimos em direcção ao rio Spree, nas margens do qual se encontra o Palácio Bellevue, a residência oficial do presidente alemão. Quando presidente se encontra em Berlim, a bandeira alemã é hasteada no telhado do edifício.

Regressamos à Praça da Grande Estrela, e rumamos para a rua comercial com mais prestígio, a Kurfürstendamm, mais conhecida por Ku'Damm, aberta em 1881 por iniciativa de Bismarck e que está animada de manhã à noite.

Perto desta rua encontramos a Igreja da Memória (Gedächtniskirche), mandada construir entre 1891 e 1895 pelo imperador Guilherme I; a igreja foi destruída durante a guerra e não foi reconstruída para ficar de aviso às gerações futuras.



Ao longo da grande caminhada pela cidade íamos parando pelas barraquinhas típicas para saborearmos os cachorros quentes, com batatas fritas e a característica cerveja para acompanhar.



Outra das atracções da cidade é o muro de Berlim, embora este já tenha deixado politicamente de existir em 1989, a cidade ainda conta com alguns restos do muro em diversos pontos da cidade. Aos poucos este símbolo da guerra fria foi sendo demolido, e hoje em dia, o pouco que restou são fragmentos mantidos em pontos espalhados pela cidade, a título de marco histórico e também, como alerta sobre os malefícios a que podem conduzir escolhas políticas erradas.



O muro surgiu como consequência directa da chegada de Hitler ao poder na Alemanha, em 1933. Derrotada em 1945 pelos aliados, a Alemanha foi dividida entre americanos, soviéticos, franceses e ingleses. A exemplo do que ocorreu com o país, a capital Berlin também foi dividida em quatro partes, igualmente administradas, respectivamente, por Estados Unidos, União Soviética, França e Inglaterra.

A 13 de Agosto de 1961, os soviéticos decidem construir, da noite para o dia, um muro, isolando o lado aliado do resto da cidade. Ao contrário do que muitos pensam, o muro não separava apenas as duas metades da cidade. Na verdade ele era ainda mais extenso, e contornava toda a cidade de Berlin aliada, isolando-a do território comunista à sua volta. Na visão dos soviéticos isto impediria o vírus democrático de espalhar-se para o resto da Alemanha oriental. Famílias, amigos, parentes, trabalhadores e centenas de milhares de outras pessoas ficaram surpresas na manhã do dia 13 de Agosto de 1961, e muitos daqueles que por infelicidade moravam em lados opostos do muro, foram obrigados a passar 28 anos sem se rever, já que os soviéticos não permitiam a livre passagem entre os dois lados da cidade.

Por estas razões esta cidade é um símbolo histórico que espelha muita injustiça, infelicidade e desumanidade que foi quebrada com o desmoronar do muro de Berlin.

E em 9 de Novembro de 1989, os 28 anos de divisão de Berlin chegam ao fim, quando naquela mesma noite uma multidão em êxtase sobe no muro e abre os seus portões. Em toda a cidade Berlinenses do leste e do oeste encontram-se e comemoram.

No Museum Haus am Checkpoint Charlie podemos ver centenas de fotos, documentos, vídeos e muitos outros objectos relacionados ao muro de Berlin.

Muitos dos pedaços do muro demolido foram transformados em souvenirs. Como não acredito que esses pedaços do muro sejam autênticos não comprei esse souvenir, no entanto se fossem verdadeiros os pedaços do muro poderiam dar a volta ao mundo.

Outro local emblemático que encontramos na cidade foi o Memorial do Holocausto, inaugurado em 2005, composto por 2.711 lajes de pedra cinzenta. Este monumento foi mandado construir em homenagem às vítimas do holocausto. Estas colunas espalhadas servem como metáfora ao horror vivido no holocausto.



As 2711 colunas de cimento representam um acto simbólico e inédito pela primeira vez, uma nação erigiu um monumento no centro da sua capital para recordar um crime que cometeu. Concebido pelo arquitecto judeu americano Peter Eisenman, o Memorial fica situado junto ao Parque Tiergarten, entre a Porta de Brandeburgo e a Praça de Potsdam; uma localização carregada de história, ex-corredor da morte, por trás do Muro de Berlim, a alguns metros da chancelaria de Hitler e do bunker onde este se suicidou a 30 de Abril de 1945.

Outro ponto turístico da cidade é o monumento do Parlamento (Reichstag), construído em 1894, serviu como sede da República de Weimar até 1933, quanto foi incendiado pelos nazistas. Com a derrota de Hitler em 1945, e invasão da cidade pelas tropas soviéticas, foi completamente destruído. Durante os anos de divisão do país, o parlamento ficou sediado na cidade de Bonn.



Outra atracção é o Palácio de Charlottenburg (Schloss Charlottenburg), construído a partir de 1695, ele é o principal palácio da cidade, e serviu como residência de verão da imperatriz Sophie Charlotte.



O principal parque de Berlin é também um dos maiores do mundo: Tiergarten. O seu nome deriva de uma floresta que existia nesta região, ainda no século XVII, onde os soberanos tinham por hábito praticar caça. Em 1830 a floresta foi transformada num parque.

Terminamos a nossa visita a Berlim na praça Praça Gendarmenmarkt, uma praça monumental onde encontramos o teatro (concert hall), a igreja Deutsche Friedrichstadtkirche, e a igreja francesa (Franzosische Friedrichstadtkirche) em homenagem aos huguenotes que foram expulsos da França em 1685 e vieram rumo a Berlim até o começo do século XVIII.




É difícil visitar Berlin e não nos emocionarmos perante as passagens históricas pelas quais a cidade passou - liderada por um tirano; arrasada no fim da guerra; possuída pelas potências vitoriosas; isolada por um muro, durante 28 anos, separando vidas e em 1989, graças à força do povo, renasceram e uniram-se novamente formando uma só força.

Hoje, considero Berlim o centro da cultura, um dos principais centros urbanos da Europa, uma cidade fascinante e movimentada.

1 de junho de 2011

O seu gato tem excesso de peso, é gordinho ou está no peso ideal?



Os gatos adoram comer, mas todos nós gostamos portanto não há problema, certo? O problema surge com a capacidade que os gatos têm de nos fazer dar-lhes mais comida do que eles precisam. Todos nós sabemos como é difícil resistir aos olhares suplicantes e aos olhos gigantes dos nossos gatinhos, mas é necessário ter atenção para que eles não o façam de forma recorrente.





Faça-lhe um check up em casa
Para perceber se o seu gato tem excesso de peso, o primeiro passo será pesar o seu gato. Para o fazer basta que suba para uma balança com o gato nos braços e subtraia o seu peso ao total do peso dos dois. Assim saberá, mais ou menos, o peso de seu gato.
Por outro lado pode também manter-se atento às mudanças a nível corporal, pondo-se em cima do seu gato para tentar encontrar uma “cintura” no final das costelas. Se continuar com dúvidas, pode colocar as suas mãos de lado, agarrando no seu gato. Se sentir as costelas quer dizer que está no seu peso ideal, se as costelas estiverem muito salientes poderá querer dizer que o gato tem falta de peso.
Tenha, igualmente, atenção ao acumular de gordura entre as patinhas traseiras e igualmente à barriga do seu gato.



Como lidar com um gato com excesso de peso?
Se achar que o seu gato está a começar a ficar com excesso de peso, talvez seja melhor falar directamente com o seu veterinário para desenvolverem uma dieta para o gato.
Nessa altura será necessário acabar com todas as guloseimas que lhe dá, e considerando que é melhor que ele coma pouco e várias vezes, o ideal seria servir-lhe quatro pequenas refeições por dia, e não duas refeições com muita comida.
Aliado a esta dieta, é igualmente importante certificar-se de que o seu gato faz exercício.


E se o seu gato estiver com pouco peso?
Certifique-se que está a seguir os conselhos do seu veterinário no que diz respeito ao número de vezes que alimenta o seu gato e a quantidade de comida que lhe dá. Se o seu gato continuar com pouco peso o melhor será levá-lo novamente ao veterinário para perceber o porquê. Ele terá os conselhos ideais para si.

 Retirado do site da Whiskas

31 de maio de 2011

Copenhague



Copenhague é a capital e a maior cidade da Dinamarca (a mais antiga monarquia do mundo). A origem da cidade de Copenhague remonta ao ano de 1167, quando um padre construiu uma fortificação junto ao mar, para proteger-se contra os frequentes ataques das tribos germânicas.

Esta contém muitos prédios antigos, fontes, estátuas e praças.
A cidade de Copenhaga tem o maior centro urbano de todos os países Escandinavos.
É uma cidade bem organizada e adaptada às necessidades dos seus habitantes. Grande parte dos habitantes deslocam-se de bicicleta.


A visita a Copenhague é facilmente realizada a pé. As velhas ruas revestidas com paralelepípedos promovem uma animada vida cultural com galerias, museus, música e teatro. Por exemplo, a rua Strøget, no centro da cidade instala as lojas de renome mundial de design, moda e muito mais.
Também podemos encontrar na cidade velha alguns museus dedicados à arte dos seus antepassados, os Vikings.

Iniciei a minha visita a Copenhague pela sua atracção principal a Pequena Sereia do Báltico - Havfrue Lille (em Dinamarquês) - a mulher mais fotografada do mundo. É, sem dúvida, o símbolo da Cidade. A estátua da Pequena Sereia foi esculpida por Edward Eriksen, em 1913, e logo tornou-se uma unanimidade nacional.


Para fazer a imagem desta tranquila sereia, sentada sobre uma rocha, o artista inspirou-se no famoso conto de Hans Christian Andersen. Entre as suas obras mais conhecidas estão O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo, O Rouxinol do Imperador, e claro, A Pequena Sereia. Para conseguirmos tirar uma foto junto da Sereia tivemos que enfrentar uma fila, nem o facto de termos de pular uma rocha para chegarmos à pequena Sereia impediu as pessoas de concretizarem o seu objectivo.

Perto da Sereia encontramos o Churchill Park, com a sua impressionante fonte Gefion, que representa uma deusa mitológica, que segundo a lenda, transformou os filhos do rei da Suécia em bois.





Em seguida percorremos Langelinie, uma bonita área à beira-mar, onde encontramos navios e iates ancorados. O nosso objectivo era encontrar Nyhavn, um dos locais mais turísticos de Copenhague. É um canal, ladeado por prédios coloridos que abrigam bares, restaurantes, e durante o verão, muito movimento. Se o passeio por este porto realizar-se em dias de mais frio podemos apreciar na mesma este canal, porque facultam-nos mantas para nos mantermos quentes enquanto desfrutamos de uma bebida, tendo em conta que estas são muito caras e os dinamarqueses não aceitam euros só aceitam a moeda local que é a Coroa Dinamarquesa (Krone, símbolo DKK). Literalmente, este é "o novo porto”, embora, paradoxalmente, é o mais velho da cidade. Criado em 1673, o canal tornou-se um local de encontro para marinheiros. Hoje está convertido num centro de entretenimento onde podemos encontrar muito movimento e casas coloridas que fazem a alegria dos fotógrafos.




Depois de fruirmos de um tempo em Nyhavn, rumamos até o centro histórico da cidade. Passamos pela antiga bolsa caracterizada pela sua torre em forma de espiral, formada por linhas de pedras.




Passamos também por vários monumentos e igrejas até chegarmos à praça Rädhuspladsen .







A praça Rädhuspladsen  é o coração da cidade, e costuma servir de ponto de encontro para manifestações populares, eventos políticos, entre outros. Na praça encontramos bancas de revistas, bancas de Danish Pølsevogne (cachorros quentes Dinamarqueses), e alguns monumentos. Deparamo-nos com a Câmara Municipal construída entre 1892 e 1905, foi inspirado na arquitectura medieval.



A praça é cercada pelo parque Tivoli, pela importante avenida Hans Cristian Andersens, e do lado oposto pela região conhecida como Strøget – a principal área comercial da cidade.

Outro local que visitamos foi a catedral de Copenhague, é considerada o mais antigo templo religioso da cidade, construído durante o século XIV.

Passamos também na praça Kongens Nytorv, rodeada de prédios elegantes, como o Teatro Nacional Dinamarquês, o exclusivíssimo Hotel D'Angleterre e a mais elegantes loja de departamentos da cidade. A construção da praça Kongens Nytorv é datada do ano 1670, e no seu jardim central encontramos uma estátua do rei Christian V, esculpida em 1687.




Outra atracção da cidade é o Tivoli, inaugurado em 1843, este tem uma entrada elogiosa, na medida que possui luzes néon. Passando os seus portões encontramos os tradicionais brinquedos vertiginosos, como montanhas russas, entre ouros, além de diversos restaurantes. A norte do parque encontramos um portão que dá acesso ao Castelo de Rosenborg . Este foi construído durante a renascença dinamarquesa, por ordem do rei Christian IV, e serviu como sua residência de Verão. Hoje em dia o castelo funciona como museu, onde estão em exposição diversos objectos da família real da Dinamarca, como as jóias da coroa e outros itens de valor histórico.



Também tivemos a oportunidades de conhecer o palácio Amalienborg. Desde 1794 que é a residência oficial dos monarcas. O complexo real é composto por quatro palacetes, construídos em volta de uma praça octogonal, no centro da qual há uma escultura representando Frederik V, rei dinamarquês que ordenou a construção do palácio.


Considero Copenhague uma cidade movimentada, histórica e cultural.