15 de abril de 2011

Babel




Um dos filmes que me impressionou foi sem dúvida o filme “Babel”. Este filme reflecte situações do quotidiano de quatro grupos separados pela distância e pela cultura. A história desenvolve-se em quatro países: Marrocos, México, Estados Unidos e Japão, envolvendo elementos culturais, étnicos e políticos de distintos continentes.

A narrativa do filme relata três mundos distantes que giram num só, três civilizações diferentes unidas por um destino, três tempos que correm sozinhos até se encontrarem.

No decorrer do filme deparamo-nos com três realidades distintas entre si, quer porque se tratam de culturas díspares, quer porque aborda inúmeros problemas sociais que estão sempre presentes, independentemente de quem os vive.

O filme promove a reflexão sobre a condição humana nas suas diversas formas - o preconceito no que se refere à pobreza, o preconceito para com os deficientes físicos, a discriminação, as drogas, a angústia, o contraste das sociedades contemporâneas e as de 3º Mundo, entre outras.

Através do enredo do filme conseguimos flutuar entre a realidade sociológica do 3.º mundo, dos mexicanos, dos países onde há tudo e daqueles onde nada temos senão a solidariedade humana.

A questão da globalização está presente neste enredo, mostrando o quanto estamos interligados e que até mesmo uma simples atitude pode gerar consequências do outro lado do mundo. Esta interpretação pode levantar questões tais como: será que em algum momento estamos ligados por uma força que nos une? São questões que ficam no ar e que nos fazem reflectir na importância das nossas acções e como estas podem, aparentemente, afectar outras pessoas e outros mundos.

14 de abril de 2011

Quem quer ser milionário



Este foi um dos filmes que  me surpreendeu no ano anterior, na medida que o título do filme não me  suscitou qualquer interesse e após visualizado considero que é um filme emocionante.

O filme retrata um momento da vida de um jovem de 18 anos que é oriundo de uma família com parcos recursos económicos, que vive numa das favelas da Índia. O jovem experimentou um dos dias mais importantes de sua vida. Visto pela TV por toda a população, o jovem (Jamal) estava a apenas uma pergunta de conquistar o prémio de 20 milhões de rupias. No entanto, no auge do programa, a polícia prende o jovem Jamal por suspeita de fraude. Numa tentativa de provar a sua inocência, Jamal contou a história da sua vida nas ruas e as aventuras com o seu irmão, e também a história do seu amor perdido.
A pergunta que marca o filme todo é como é que um jovem sem estudos e basicamente analfabeto consegue ganhar o prémio máximo tendo em conta que nem as pessoas mais cultas o conseguem.

Considero que a resposta a esta pergunta está evidente no decorrer do filme, os conhecimentos/aprendizagens que adquirimos ao longo da vida não são conseguidos apenas de forma formal, através da escola ou de cursos, mas particularmente de forma informal, através das experiências vivenciadas ao longo do percurso de vida, quer pessoal, profissional e social.
O processo de reconhecimento de competências é por vezes desvalorizado e tido como facilitador, mas o certo é que parte das competências adquiridas pelos indivíduos são alcançadas através das suas experiências de vida, permitindo-lhes consolidar aprendizagens e aplicá-las nos diferentes contextos de vida.
" A prática é a pedra de toque das competências, mas para isso é necessário questioná-las..." (Perrenoud, 1993)

No meu parecer esta é a mensagem que o enredo deste filme espelha, no entanto, para muitos a mensagem que o filme transmite é apenas a de uma história de amor, em que a personagem principal luta pelo seu amor de infância e consegue através  da coragem e  persistência alcançar o seu amor perdido.

13 de abril de 2011

Buçaco


A Mata do Buçaco fica situada no concelho da Mealhada. Ao longo da mata podemos encontrar vários recantos e atracções.

Pela floresta, ao correr os caminhos, encontramos uma transparência de luz e frescura de sabor místico, há ermidas que evocam os Passos da Via-sacra, capelas votivas, alguns tugúrios, outrora refúgios dos frades em meditação, pequenos lagos e muitas fontes.

Uma das atracções da mata do Buçaco é o Palácio Real, que foi projectado no finais do século XIX, pelo arquitecto italiano, Luigi Manini, mas também teve intervenções dos arquitectos, Nicola Bigaglia, Manuel Joaquim Norte Júnior e José Alexandre Soares.



Classificado como Imóvel de Interesse Público, em 1996, está integrado num conjunto arquitectónico e paisagístico considerado único na Europa, e o hotel nele instalado tem classificação ao nível dos mais belos hotéis históricos do mundo.

A arquitectura do palácio é caracterizada por um misto de elementos recolhidos em monumentos como, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos ou o Convento de Cristo em Tomar, está decorado no seu interior com painéis de azulejos, frescos e quadros, alusivos aos descobrimentos portugueses.





Tive o privilégio de ficar acomodada neste palácio e de usufruir dos deleites que este nos proporciona, como um jantar romântico numa varanda virada para os jardins fascinantes; sentir a história de Portugal por cada recanto escondido; contemplar no seu interior os pormenores neo-manuelinos e a robustez dos mesmos; saborear um pequeno-almoço sentindo a brisa na face, ouvindo o chilrear dos passarinhos, observando as cores das flores e sentindo o aroma da terra molhada. São momentos inenarráveis, que propiciam um desejo inigualável de continuar a amar, sentir, ouvir, cheirar, tocar, olhar, viver…

No seu interior o conjunto de mobiliário constitui também um valioso património, com peças portuguesas, indo-portuguesas e chinesas e também tapeçarias. Mas a beleza deste palácio é complementada pelos jardins que o envolve.





Inicialmente este palácio estava destinado às vilegiaturas da família real (de D. Carlos e D. Amélia, após D. Carlos falecer o seu filho D. Manuel II usufruiu deste palácio para os seus encontros amorosos), mas que, desde 12 de Novembro de 1907 até hoje, se transformou em hotel.

Anexas ao edifício principal destacam-se quatro outras construções: a Casa Românica ou dos Arcos, a Casa das Pedrinhas ou dos Embrechados, a Casa dos Cedros e a Casa dos Brasões.

A Mata do Buçaco não consta apenas com o palácio, mas também com o Convento de Santa Cruz do Buçaco, da Ordem dos Carmelitas Descalços, fundado em 1634.



No século XVI, o Vigário Geral dos Carmelitas Descalços achou ideal a serra do Buçaco para constituir um local onde os frades se pudessem dedicar à vida contemplativa em contacto com a natureza. Assim, mandaram aqui erigir um modesto convento e várias ermidas e capelas penitenciais espalhadas pela mata, que em conjunto com os numerosos lagos e cruzeiros dão a este local um ambiente mágico.


Do convento original hoje apenas se podem visitar os claustros, a capela e algumas celas, uma vez que parte da sua área deu lugar no século XIX ao palácio, hoje convertido no Hotel Palace do Bussaco.

As 11 ermidas são destinadas à oração, das quais apenas duas estão em bom estado de conservação, quatro capelas, um percurso da Via-sacra, com cerca de três quilómetro. Um genial aproveitamento da muita água existente levou à construção de fontes, lagos e uma cascata, tudo enquadrado numa diversificada vegetação, que é também um importante património.



Podemos aceder à Mata através de várias portas, entre elas as Portas Coimbra.



A mata do Buçaco é um verdadeiro jardim botânico com cerca de 700 espécies nativas e exóticas, protegidas por um decreto papal do século XVII que ameaçava de excomunhão quem lhes causasse danos. O vale dos fetos foi um local que me maravilhou, os trilhos verdejantes protegidos pelos colossais fetos, que mais parecem da era pré-histórica, reflectem caminhos repletos de mistério e encanto.


No final do passeio pela Mata caminhamos até ao miradouro da Cruz Alta onde apreciamos a beleza deslumbrante da serra, em que se destacam locais como a Fonte Fria.



A paz da floresta foi perturbada em 1810 quando portugueses e britânicos combateram os franceses na Batalha do Buçaco. Assim podemos encontrar um Monumento à batalha do Buçaco de 1810, onde as tropas da última invasão da Guerra Peninsular foram derrotadas e ainda um Museu Militar.

O encanto deste local espelha uma parte da história de Portugal, o esplendor da natureza, o mistério dos caminhos que percorremos, a oração que procuramos na via-sacra, bem como, o romantismo que encontramos em cada recanto.

11 de abril de 2011

Apocalyptica - Epilogue


Este epilogo foi proferido pelas personagens principais relatando os momentos únicos que sustentaram um dia memorável.
                                                                                                                                                 by Carfil

7 de abril de 2011

Costa Nova

Situada no Distrito de Aveiro, a Costa Nova é uma pequena vila piscatória com longa tradição como destino de férias em família, desde os primórdios do século XVIII.

Parte das minhas férias da adolescência foram passadas nesta vila. O que nos atraia a passar férias nesta localidade era o facto de podermos usufruir de dias de praia, descanso, bem como de passeios à beira da ria.



Esta vila teve a sua origem na abertura da barra da ria no ano de 1808. A designação deve-se a dois factos. O primeiro, "Costa Nova", em oposição à "Costa Velha"(São Jacinto). Em segundo lugar deve-se ao facto de neste local, ter existido um enorme e verdejante prado.

A Costa Nova é reconhecida pelos característicos "palheiros" de madeira pintados às riscas, habitados pelos pescadores locais durante o Inverno e o Verão.




Esta vila reflecte a essência de viver perto do mar pelos restaurantes que diariamente servem peixe fresco e marisco capturado no próprio dia.

A Praia da Costa Nova é caracterizada pela areia muito fina e por ser normalmente ventosa. O mar é bastante mexido, o que é habitual nas praias do norte do país.


Entre a praia e a ria encontramos as casas de cores fortes, pintadas em riscas, predominantemente verticais, que tornam a avenida principal bastante colorida.



Na vila podemos encontrar a Igreja Matriz da Nossa Senhora da Saúde da Costa Nova que em substituição da velha Capela que havia sido construída em 1890, no areal, junto à praia, foi inaugurada, em 2000, a Igreja Matriz da Costa Nova, em homenagem à Nossa Senhora da Saúde.



O mercado também é uma das atracções locais, actualmente a sua infra-estrutura está remodelada, dando continuidade às cores que caracterizam esta agradável vila.



Como considero que “Recordar é viver” visito várias vezes a Costa Nova de forma a alimentar as memórias que engrandecem o meu ser.

6 de abril de 2011

Barra


Quando visitamos a cidade de Aveiro, aproveitamos para percorrer as proximidades e apreciar outras atracções do distrito de Aveiro. Assim, rumamos para a Barra.

Na barra caminhamos pela praia e admiramos o seu farol imponente, um dos mais altos da Europa. É aqui que desagua a ria de Aveiro. Também aqui se assiste à entrada e saída dos barcos de pesca. A Barra é um local ideal para a prática do surf, windsurf, vela e pesca de mar. Durante o Verão as festas e os bares dão um colorido diferente à noite, tornando-se esta numa das praias mais frequentadas da região.






O Forte da Barra é outra das atracções turísticas, também denominado como Forte Pombalino, Forte Novo ou Castelo da Gafanha, localiza-se numa ilha adjacente à Ilha da Mó do Meio, Freguesia da Gafanha da Nazaré, Concelho de Ílhavo, Distrito de Aveiro.
Este forte nunca teve funções militares importantes, pois o assoreamento que progredia na foz do Vouga desde o século XV fez avançar mais a linha da costa, com interrupções intermitentes do acesso ao mar. A situação veio a conhecer o seu estado presente com a abertura da Barra de Aveiro (fim do século XIX) que separou São Jacinto da Barra Nova, a construção do Farol de Aveiro e de dois molhes de mar que guardam a actual foz da Ria de Aveiro.

Actualmente o farol continua a desempenhar funções de sinalização na navegação interna.

A praia da barra e a sua área envolvente transmitiram-me serenidade e tranquilidade, traduzindo-se numa vontade de permanecer sentada num banco de madeira a apreciar a imensidão do mar a envolver-se com a areia.

5 de abril de 2011

Aveiro


A cidade de Aveiro é capital de Distrito, situa-se na região do centro do país. Aveiro, devido à situação geográfica, junto à Ria de Aveiro, com exploração das salinas, a pesca e o comércio marítimo, fixou a população nesta zona e já existia antes da formação da nacionalidade, vindo a ser elevada a vila, no século XIII, mas o primeiro foral atribuído à vila, data de 1515, no reinado de D. Manuel.

A cidade de Aveiro (ver mapa) reflecte o que procuramos nas diferentes viagens que realizamos, nesta encantadora cidade podemos encontrar os seus moliceiros semelhantes a gôndolas, lagoas naturais, uma elegante arquitectura do século XIX e passagens calcetadas.



Conhecida como a “Veneza portuguesa”, a adorável cidade de Aveiro é atravessada por um canal e é tida como um dos destinos mais encantadores do país, graças aos seus coloridos moliceiros, aos edifícios em tons pastel de estilo Arte Nova e à sua tranquila atmosfera urbana.



Aconselho a realizarem a viagem pela ria, no moliceiro, e contemplarem das paisagens e do património arquitectónico que esta cidade nos propicia.




O Barco Moliceiro era um tipo de embarcação destinada à colheita e transporte da vegetação da Ria de Aveiro, ocupação conhecida pelo termo popular de apanha do moliço, e servia para o transporte de mercadorias ou gado. Actualmente é utilizado como embarcação turística.



A melhor forma de percorrer a cidade é através da BUGA (Bicicleta de Utilização Gratuita de Aveiro), como não sei andar de bicicleta não usufruímos deste meio de transporte, mas considero que seja o mais adequado, uma vez que podemos percorrer todas as atracções turísticas sem polui o ambiente.


Ao percorrermos a cidade visitamos o Mercado do Peixe – um mercado tradicional que abriga alguns dos melhores restaurantes de marisco de Aveiro. Também elegemos uma pastelaria/café tradicional e saboreamos os divinais ovos-moles, que são especialidade do distrito.

No centro da cidade encontramos o Fórum de Aveiro onde podemos destacar um conjunto diversificado de actividades: lojas, restaurantes, cinemas, livraria e aproveitamento do espaço subterrâneo para estacionamento.

Perto do Fórum encontramos o edifício da Capitania do Porto de Aveiro, ou dos "Arcos", hoje propriedade da Câmara Municipal de Aveiro.




Ao deambularmos nas ruas peculiares da cidade deparamo-nos com a Câmara Municipal de Aveiro um edifício de sóbria elegância da última década do século XVIII, com uma fachada dividida em cinco corpos toscanos, sendo a parte central, de quatro pilastras, denominada pela torre sineira.

No que concerne ao património religioso visitamos várias igrejas entre elas, a igreja das Carmelitas, capela S. Gonçalinho, igreja S. Domingos (Catedral de Aveiro), igreja da misericórdia e o convento de Jesus.
A Igreja das Carmelitas é um Templo do antigo Convento das Carmelitas, edificado no século XVII, está revestido de riquíssima talha dourada de três épocas diferentes e de belos painéis de azulejos setecentistas.

Na Igreja S. Domingos, a actual Sé, podemos encontrar um nicho onde se encontra uma Nossa Senhora gótica e um pórtico barroco que data de 1719.



A Igreja da misericórdia é um edifício renascentista, construído em finais do século XVI e princípios do século XVII, durante a dominação filipina.
A fachada encerra um magnífico pórtico e é decorada de azulejos colocados na segunda metade do século XIX. O interior está revestido de painéis de azulejo de padrão tapeçaria.

O Convento de Jesus foi fundado no século XV, este antigo convento dominicano está fortemente associado à princesa mais influente de Aveiro – Santa Joana de Portugal. Conhecida pela sua devoção à religião que se prolongou por toda a sua vida, esta princesa entrou no convento em 1472 e aí viveu até à sua morte. Hoje, podemos visitar aquele que será o seu túmulo de mármore trabalhado, e admirar os motivos barrocos, os pórticos manuelinos, os claustros de inspiração manuelina e as capelas maneiristas que embelezam este monumento histórico.

Na cidade de Aveiro também podemos encontrar uma diversidade de património cultural. O Museu de Aveiro é um exemplar desse património. O acervo do museu, com origem nos espólios do Convento de Jesus e de outras casas religiosas da cidade, abrange colecções de pintura, escultura, azulejo, ourivesaria, mobiliário, cerâmica com particular incidência no período barroco. Possui ainda um fundo documental dos séculos XV ao XIX.

Devido à sua localização situada na sub-região do Baixo Vouga, entre o oceano Atlântico e as zonas montanhosas dos distritos contíguos, Aveiro exibe uma paisagem muito variada, caracterizada por uma longa costa arenosa, um bonito estuário e diversos parques e jardins.

Saliento o Parque Infante D. Pedro ou "parque da cidade" em que se honra o infante-regente D. Pedro. Desse espaço da antiga cerca, com construções de pendor romântico como a fonte sob a escadaria monumental, aproveitou-se a ribeira para criar um cenário de lagos e fontes com envolvimento de vegetação.

Mesmo no centro da cidade, perto da ria passeamos pelos jardins do Rossio, um pequeno espaço de lazer, mais que tudo voltado para a fruição do verde e acompanhando o Canal Central. Através deste desfrutamos de uma bela vista para a ria e para os moliceiros.


Devido à sua proximidade ao mar, na cidade realizam-se várias actividades relacionadas com o mar.
O sal constitui durante séculos um dos seus produtos mais famosos. Nas vasas e nos lodos procede-se a recolecção de moluscos enquanto a apanha do moliço quase que desapareceu devido à utilização de fertilizantes químicos.
A pesca pratica-se tanto nas águas interiores quer no mar, enquanto se desenvolve a piscicultura, nomeadamente nas salinas abandonadas.




As tradições gastronómicas de Aveiro devem-se, em boa parte, aos paladares adocicados, como por exemplo os típicos ovos-moles, símbolo de Aveiro por excelência, servidos em pequenas pipas de madeira decoradas com coloridas pinturas com temas regionais ou com revestimento de hóstia imitando formas marinhas.
Percorrendo um pouco mais a doçaria aveirense, encontramos outros doces como por exemplo: raivas, ovos em fio, castanhas doces, bolos de vinte e quatro horas, fatias húmidas e as barrigas de freira.

Mas não só em doçaria é rica a gastronomia da região. Os apreciadores de uma boa refeição podem desfrutar de pratos de carne e de peixe, sobretudo deste último, fruto dos pescadores que povoaram, e ainda povoam, a cidade.
Temos como pratos típicos de peixe - a caldeirada de enguias ou as enguias de escabeche, a raia em molho pitau, as espetadas de mexilhão e as caldeiradas de vários peixes da Ria e do mar. Quanto às carnes o típico é o carneiro à lampantana (assado na caçoila de barro preto), o leitão assado, a chanfana de borrego ou de cabrito, o chouriço com grelos ou, ainda, uns rojões.

A cidade de Aveiro espelha romantismo, nesta encontramos o brilho, as cores, o encanto, o sabor, a paz que traduz o que ansiamos em cada viagem.