4 de abril de 2011

Arcos de Valdevez


Arcos de Valdevez é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima.

Esta lindíssima vila está rodeada de natureza verdejante e banhada pelo bonito Rio Vez e está inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Para além de toda a sua beleza natural, é também uma terra histórica, onde, segundo reza a tradição, se encontraram as tropas de Afonso VII de Leão e de D. Afonso Henriques, em 1140, dando origem à consagração do reino Português, rezando a lenda que no combate se deu uma carnificina tal que horas passadas do combate ainda o Rio Vez levava, até ao Rio Lima, sangue em vez de água.



A vila é peculiar com as suas ruas e casario irregular, velhas mansões e igrejas, como a Igreja de Nossa Senhora da Lapa, de 1767, em estilo barroco, a bonita Igreja Matriz e igreja da Misericórdia de Arcos de Valdevez.



Podemos também encontrar o Mosteiro de Ermelo, que reúne elementos arquitectónicos do românico, e várias casas senhoriais, como o Paço da Glória e o Paço da Giela um Solar fortificado, que combina o estilo tardo-medieval, visível na torre do século XIV, com o manuelino, presente nas janelas do corpo residencial.



Ao percorrer a cidade encontramos o relógio de água, com os vários chafarizes que embelezam o centro da cidade.
A não perder é a ponte velha e o antigo Campo da Feira, desde 1456, à beira rio, proporcionando uma bonita paisagem que transmite paz e sossego.




Não é apenas o património religioso e cultural que preenche os encantos de Arcos de Valdevez, as aldeias e as paisagens naturais também são uma atracção desta localidade. Não deixamos de apreciar a Branda de Bousgalinhas, a Branda de S. Bento do Cando e os socalcos do Sistelo.


A vila do Soajo é outra das atracções de Arcos de Valdevez, que vou desenvolver num outro post.

Na freguesia de Gavieira, a caminho de Melgaço, visitamos o Santuário de Nossa Senhora da Peneda. A sua construção data de finais do século XVIII.




Acredita-se que neste local tenha existido uma pequena ermida construída para lembrar a aparição da Senhora da Peneda, cujo culto foi crescendo e motivou a construção do santuário.


Lenda da Peneda

A Senhora da Peneda terá aparecido a cinco de Agosto de 1220, a uma criança que guardava algumas cabras, a Senhora apareceu-lhe sob a forma de uma pomba branca e disse-lhe para pedir aos habitantes da Gavieira, para edificarem naquele lugar uma ermida. A pastorinha contou aos seus pais, mas estes não deram crédito à história.

No dia seguinte quando guardava as cabras no mesmo local, a Senhora voltou a aparecer, mas sob a forma da imagem que hoje existe, e mandou a criança ir ao lugar de Roussas, pedir para trazerem uma mulher entrevada há dezoito anos, de nome, Domingas Gregório, que ao chegar perto da imagem recuperou a saúde. Assim, reza a lenda!

A Gastronomia da região é tipicamente minhota, e sinónimo de apetitosa, destacando-se o tradicional cozido à Portuguesa e a vitela assada.

A cidade de Arcos de Valdevez fascinou-me pelo enlace da paisagem natural e do património cultural.

3 de abril de 2011

Soajo


Localizada em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, a vila de Soajo pertence ao concelho de Arcos de Valdevez e distrito de Viana do Castelo, é uma povoação milenar, situada numa zona montanhosa de grande beleza, predominantemente rural.

A vila é caracterizada pelas suas ruas pavimentadas com lajes de granito e as casas construídas com blocos de pedra, onde a paz de espírito impera e o tempo parece ter parado, rodeada por uma natureza quase cândida.


Até há cerca de um século a povoação, que outrora chegou a ser sede de concelho, vivia em regime comunitário, baseando a sua actividade na agricultura, e com as suas próprias actividades.



A sua eira comunitária é ainda hoje um dos seus maiores atractivos, constituída por vinte e quatro espigueiros, todos em pedra e assentes num afloramento de granito, datando o mais antigo data de 1782, sendo muitos deles ainda hoje utilizados pela população.



Os espigueiros são construções graníticas de arquitectura tumular, típicas da região Norte do País, encimados por uma cruz ou pirâmide, que serviam para guardar as espigas.

No cimo da eira comunitária olhei ao redor e senti que naquele preciso momento fazia parte da história, envolvida pelos espigueiros e pela paisagem natural.



Ao percorrer a aldeia encontramos outros atractivos, como o largo onde se situa o Pelourinho que tem no seu topo uma inscrição dando as boas vindas, ou a bonita Capela, rodeados de vinhas, oliveiras e castanheiros. A arquitectura rural e popular caracteriza esta aldeia, como as Casas da Câmara e dos Enes, os variados Cruzeiros, os Fojos ou as Brandas e Inverneiras.


No que se refere à Gastronomia os seus pratos típicos são o Cabrito à moda do Soajo, o Arroz de Cabidela, o Cozido à Portuguesa, o Arroz de Sarrabulho e a Costeleta Grelhada, regados com vinhos verdes, brancos e tintos da região.

A vila do Soajo é uma pérola da natureza, onde podemos sentir a tradição e a beleza da natureza envolvente.

2 de abril de 2011

Apúlia


Apúlia é uma antiga e tradicional vila piscatória do Norte de Portugal, que se situa no litoral do distrito de Braga. É uma vila que tem uma praia bastante visitada por pessoas de várias regiões do país. Os habitantes dedicam-se à pesca e à apanha do sargaço (chamados de sargaceiros).

À entrada desta localidade poderá observar-se algumas casas típicas de construção circular, já centenárias, e que serviam em outros tempos para guardar os aprestos utilizados na apanha do sargaço pelos lavradores/pescadores de Rio Tinto e Fonte Boa.

A Praia da Apúlia encontra-se inserida na Área da Paisagem Protegida do Litoral de Esposende. Desde logo, este é certamente um local que encanta pela sua beleza natural.
A praia possui um extenso areal e passadiços de madeira que levam os banhistas até à areia.



A sua riqueza em iodo, a recolha e seca de algas marinhas e a grandeza dos areais, transformavam Apúlia numa das praias mais apetecíveis do litoral Norte do País.
Este é um local aprazível em dias de Verão, com uma paisagem dunar e de vegetação natural que envolve toda a Apúlia.
Nas dunas encontramos vários moinhos de vento que reflectem uma paisagem apaziguadora, que nos transmitem tranquilidade e paz interior.
Entre os moinhos podemos encontrar bancos de madeira, que nos dão a oportunidade de apreciar a vista e de encontrarmos o nosso íntimo na profundidade do sossego, que nos proporciona a paisagem. Este foi o momento em que respirei fundo e senti a brisa do vento envolvida na humidade do mar a tocar-me no rosto.






Desde sempre que os habitantes da vila aproveitaram o facto de esta costa ser constantemente fustigada por ventos vindos do oceano e construíram estes belos Moinhos de Vento que, apesar de já não moerem o cereal, são património cultural.



No que se refere ao património religioso podemos encontrar na Apúlia, a sua igreja Matriz, com um imponente altar e quatro capelas distribuídas pela freguesia - Nossa Senhora do Amparo, S. Bento, Nossa Senhora da Caridade e Nossa Senhora da Guia.

Apúlia é uma vila com história e existem monumentos que provam este facto, como por exemplo, o cruzeiro dos mouros ou chamada “forca” situada em Parede e o brasão dos Saraiva situado em Criaz.

Uma das curiosidades naturais de Apúlia é a sua lagoa. Povoada de juncos e “palha da lagoa”, esta é, ainda hoje, aproveitada para o fabrico artesanal de caldeirões, tapetes, capachos e coberturas de cabanas.

Embora este fabrico artesanal seja muito apreciado, aquele que desperta mais interesse são os trajes tradicionais, designados por branquetas de Apúlia. Este artesanato, com origem na zona do Minho, é um original traje de trabalho em burel branco usado pelos sargaceiros de Apúlia para a tradicional apanha do sargaço. É feito num tecido manual de lã forte, quente e de grande eficácia isoladora. Por vezes é comparado aos antigos trajes romanos. A fabricação do burel é sujeita a uma operação muito específica chamada “pisoagem”, na qual utilizam um aparelho hidráulico, chamado pisão.

A gastronomia local incide no peixe, na lampreia, nos rojões entre outras iguarias.

O restaurante Camelo é um marco da gastronomia na vila de Apúlia. Situado na Rua do Facho e com vista para o mar da Apúlia, este tem um tipo de restauração estritamente regional.

Apúlia é um local que só pelos seus recursos atrai os amantes das belas paisagens e a atracção principal da vila são as suas límpidas praias.

1 de abril de 2011

Andrea Bocelli - Canto Della Terra


A  nostalgia invadiu a minha mente e teima em não abandoná-la.
                                                                                                                                                    by Carfil

31 de março de 2011

Amarante


Descobrir Amarante, a cidade e o concelho, é uma aventura que deve ser vivida com entusiasmo. Se o interesse do visitante é a Natureza pode visitar o rio Tâmega ou as serras da Abobobeira e do Marão, oferecendo ambas paisagens de sonho e aldeias de gente afável, acolhedora, ricas de tradições e com uma arquitectura marcada de granito e xisto.

Amarante é uma cidade do Distrito do Porto, tudo indica que esta cidade deve a sua origem aos povos primitivos que demandaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça com exactidão o nome dos seus fundadores. Dá-se como certo, porém, que a urbe ganhou importância e visibilidade com a chegada de S. Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde-Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém.



Rico em termos paisagísticos, para o que contribuem decisivamente as serras do Marão e Aboboreira e o rio Tâmega, o concelho de Amarante reúne também um conjunto notável de edifícios e monumentos.

No Centro Histórico da cidade merecem referência a Ponte S. Gonçalo, o Convento e Igreja de S. Gonçalo, as Igrejas de S. Pedro e S. Domingos, a Casa da Calçada e o Solar dos Magalhães. Fora da urbe, o destaque vai para os Paços do Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, o Mosteiro de Travanca e para o românico das igrejas de Mancelos, Jazente, Freixo de Baixo, Gatão ou Gondar.

As festas grandes em Amarante, em honra de S. Gonçalo, acontecem no primeiro fim de semana de Junho.

A cidade dividida pela rio é o reflexo do belo património de Portugal.



A ponte que liga as duas margens, foi testemunha das “Invasões Francesas”, como confirma um dos pilares.

Numa das margens do rio encontramos a igreja S. Gonçalo. A Igreja de São Gonçalo foi fundada por São Gonçalo de Amarante. Esta obra encontra-se no centro da cidade.
Em 1540, foi transformada num grande mosteiro com a construção de um convento dominicano em honra de São Gonçalo, com autorização e ajuda de D. João III e de sua mulher, a Rainha Dª Catarina.






Após visitarmos a igreja e Convento S. Gonçalo, partimos do largo da igreja em direcção às ruas históricas com o piso em calçada, percorremos as ruas observando as casas com que nos cruzávamos.


Voltando ao largo da igreja visitamos a igreja de São Domingos, e não podíamos deixar de apreciar a fonte da Praça da República.

No percurso pela cidade fomo-nos cruzando com casas senhoriais, como por exemplo a Casa de Pascoaes, Solar dos Magalhães e a Casa da Calçada.



Não deixamos de visitar o Museu Municipal de Amadeo Souza-Cardozo, que reúne materiais respeitantes à História local e onde constam obras de artistas e escritores nascidos em Amarante - António Carneiro, Amadeo de Souza-Cardoso, Acácio Lino, Manuel Monterroso, o Abade de Jazente, António Cândido, Teixeira de Pascoaes, Augusto Casimiro, Alfredo Brochado, Ilídio Sardoeira, Agustina Bessa Luís, Alexandre Pinheiro Torres...

Uma das atracções desta região é a sua gastronomia, desta forma, aproveitamos a visita a Amarante para almoçarmos no restaurante “Zé da Calçada”, onde contemplamos de uma bela vista sobre o rio Tâmega e deliciamo-nos com a variedade de entradas, o prato principal e as sobremesas locais.


Fora do centro da cidade visitamos os Paços do Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, o Mosteiro de Travanca e algumas igrejas que representam o estilo românico, como por exemplo o Mosteiro de Freixo de Baixo.
                                                                 Mosteiro de Travanca
A cidade de Amarante é considerada a “A Princesa do Tâmega”, nesta encontramos história, beleza natural e monumental, envolvidas pelos braços do rio que aformoseia a cidade.

30 de março de 2011

Barcelos


Barcelos é uma bonita cidade do Norte do País, que pertence ao Distrito de Braga, e situa-se no coração da região Minhota, muito famosa pelos seus produtos artesanais, mormente de olaria e cerâmica, com o famoso Galo de Barcelos, já transformado em símbolo nacional.


A cidade medieval fortificada estende-se numa colina acima do rio Cavado, e as suas ruas encantadoras são ladeadas por casas barrocas.



As origens da localidade de Barcelos são bem antigas, remontando a povoados pré-históricos e tendo sido habitada por diversos povos como Cartagineses ou Romanos.
Em 1140 recebia já foral do primeiro Rei Português, D. Afonso Henriques, atestando desde logo a importância do local que desde sempre assumiu uma posição estratégica na comunicação entre o litoral e interior, Portugal e Castela.

Quando visitei Barcelos estava a decorrer na cidade a festa das Cruzes. É inegável que as Festas das Cruzes são, entre as festas populares minhotas, as mais famosas e mais conhecidas, sendo por isso uma das romarias mais concorridas e típicas do Minho e um dos mais importantes acontecimentos da Vida de Barcelos.

Nesta festa cruzei-me com carrosséis, barracas de diversão, corridas de Cavalos, espectáculos de circo, cortejos etnográficos, torneios e concursos, entre muitos outros acontecimentos de natureza Popular.




Como é tradição nestas festas também visitei a feira, com bancas de fruta e legumes sazonais, queijos caseiros e belas peças de cerâmica, bem como todo o tipo de artesanato, em que o protagonista é naturalmente o galo de Barcelos. Aproveitei este momento para comprar um Galo e trazer de recordação para a minha colecção de souvenirs.

Perto da feira visitei o Passeio dos Assentos, um belo jardim, onde as cores vivas das flores embelezam os caminhos que se cruzam com os monumentos do século XVIII, em estilo rococó provincial.


Terra de rica história e fortes tradições é, também, dona de um património admirável, como é visível mal se chega à cidade através da sua Ponte do século XIV, ou na sua Igreja Matriz (século XIII), na Torre de Menagem (século XV), no românico/gótico Pelourinho, nas Igrejas de Nossa Senhora do Terço, da Misericórdia e do Bom Jesus da Cruz ou mesmo nas ruínas do Paço dos Duques de Bragança ou dos Condes de Barcelos, datado do Século XV, onde está instalado o Museu Arqueológico. Este local também exibe um cruzeiro que descreve a história do Galo de Barcelos.

Igreja Bom Jesus da Cruz
                                                           Interior da Igreja Matriz
Pelourinho Gótico e Museu arqueológico

                        Ruínas do Paço dos Duques de Bragança ou dos Condes de Barcelos, actualmente Museu  Arqueológico

A lenda do Galo de Barcelos
Segundo a lenda, foi cometido um crime em Barcelos e os habitantes locais estavam receosos, pois o culpado ainda não tinha sido descoberto. Um dia, um peregrino galego chegou à cidade e, como era um desconhecido, tornou-se um suspeito. As autoridades decidiram prendê-lo, apesar deste reclamar a sua inocência. Ninguém acreditou que este estranho estaria a caminho de Santiago de Compostela.

O peregrino foi condenado à morte por enforcamento, mas antes da sua execução, o galego pediu para ver o juiz que o havia condenado. Quando chegou à casa do juiz, este estava num banquete com os seus amigos. O peregrino declarou novamente a sua inocência e, perante a descrença de todos os presentes, ele apontou para o galo assado que se encontrava em cima da mesa e disse: “Se eu for inocente, este galo irá cantar três vezes.”

O que parecia impossível tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava prestes a ser enforcado, o galo ergueu-se e cantou três vezes. O juiz ficou tão assombrado por este milagre que libertou o peregrino. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, hoje em dia presente no Museu Arqueológico de Barcelos.




Desde então, os coloridos galos de cerâmica têm sido vendidos por todo o país como símbolo de boa sorte.

Foram várias as atracções que encontrei na cidade de Barcelos e o facto de a ter visitado na primeira semana de Maio, no decorrer da Festa das Cruzes, enraizou o sentimento de tradição, que tinha vindo a sentir no decorrer do passeio pela cidade, mas que foi fomentado com os cânticos, as danças, os cortejos e diversões com que me fui cruzando.

29 de março de 2011

Castelo de Almourol

O fantástico e surpreendente castelo de Almourol, está situado numa pequena ilha, na freguesia de Praia de Ribatejo (Santarém), que já era habitada no tempo da ocupação romana da península, a partir do século VIII, foi ocupada pelos muçulmanos, que a terão conquistado aos visigodos.



No âmbito da reconquista cristã da Península Ibérica, Almourol foi conquistado por D. Afonso Henriques, em 1129, que o entregou à Ordem do Templo. Esta ordem é responsável pela reconstrução do castelo, conferindo-lhe as características das fortificações templárias.



Supõe-se que sejam os Templários os responsáveis pelas visitas dos inúmeros turistas ao Castelo Almourol. A lenda dos Templários é mundialmente conhecida e através do Castelo o turista pode conhecer um pouco mais da lenda e dos símbolos dos Templários.

O Castelo de Almourol nas mãos dos Templários servia como uma linha de defesa que protegia Coimbra. Após a queda dos Templários, o castelo ficou esquecido por séculos, apenas no século XIX, graças ao Romantismo é que ele foi redescoberto e foi alvo de grandes obras que o revitalizaram e restauraram. Depois de revitalizado serviu de palco para vários eventos portugueses.



O terremoto de 1755 também atingiu o Castelo de Almourol e danificou a sua infraestrutura. Após as reformas e revitalizações foi entregue ao Exército português na metade do século XIX. E no século XX foi classificado como Monumento Nacional de Portugal.
Foram várias as visitas que realizei a este Castelo e vou continuar a fazê-lo, porque sempre que o visito revivo momentos da História de Portugal, contemplando este belo monumento envolvido pelo rio Tejo, que enfatiza o romantismo vivido pelos seus visitantes.

26 de março de 2011

Ó tu....

Ó tu que me segues
Ó tu que me elevas o corpo
Ó tu que me alimentas a esperança
Ó tu que me consolas
Ó tu que me compreendes
Ó tu que me observas
Ó tu que me proteges
Ó tu que me contemplas
Ó tu que sentes a minha dor
Ó tu que me elevas a alma
Ó tu que às vezes me desiludes
Ó tu que me seguras
Ó tu que me aconchegas
Ó tu que me dás alento
Ó tu que me iluminas
Permanece na minha vida alimentando o meu ser.

by Carfil

25 de março de 2011

Bach


Esta melodia conduz a minha alma até às profundezas do meu corpo, deixando que este flutue sobre o silêncio do descontentamento.  
                                                                                                                                           by Carfil