18 de fevereiro de 2011

Terena


Terena é uma freguesia portuguesa do concelho do Alandroal. Tem o nome alternativo de São Pedro, sendo por vezes também conhecida como São Pedro de Terena.

Após termos visitado a vila medieval de Monsaraz, dirigimo-nos a Terena. Esta bonita vila alentejana é caracterizada pelas suas ruelas estreitas e pelo seu castelo.

Pensa-se que a fundação de Terena datará de 1262, tendo sido anteriormente ocupada por outros povos, como os Mouros que aqui deixaram a sua marca.

A vila de Terena desempenhou um importante papel de defesa fronteiriça, através do seu castelo, que integrava a linha de defesa do Guadiana. No seu território desenvolveu-se desde tempos remotos o culto à Virgem Maria (possível fruto da cristianização de cultos pagãos).




As calmas ruas de Terena são caracterizadas pela bonita arquitectura Alentejana, de faixas coloridas, e do Património, como é visível no antigo Castelo da vila, no Santuário de Nossa Senhora da Boa Nova, na Igreja Matriz de São Pedro de fundação anterior ao século XIV, na bonita Igreja da Misericórdia (século XVI), na Capela de Santo António (erguida em 1657), nas Ermidas de São Sebastião, de Nossa Senhora da Conceição da Fonte Santa ou mesmo nas ruínas da Ermida de Santa Clara.

                                                                         Santuário Nossa Senhora da Boa Nova


Em Terena, é de destacar igualmente o Pelourinho do século XVI, a Torre do Relógio, as ruínas romanas do povoado fortificado de Endovélico e respectivo santuário, e também as ruínas do Castro de Castelo Velho.

Ao percorrer os caminhos da vila, deparei-me com o facto de a vila ser muito calma e senti que reinava a paz de espírito. 

Monsaraz

Monsaraz é uma vila que cresce sobre uma colina, protegida por um castelo da época da reconquista, no século XIV. É considerado um Património Nacional de Portugal.

Visitei a vila de Monsaraz quando fui a Évora. Quando delineie a viagem ao interior alentejano tinha nomeado várias cidades, mas não tinha considerado no roteiro a vila de Monsaraz, contudo, uma amiga aconselhou-me a visita à vila e às fortificações e considero que tenha sido a maior surpresa da viagem ao interior alentejano.


Mesmo antes de entrar na vila amuralhada, situada no cimo de uma colina, respirei fundo e apreciei a paisagem que envolve a vila, pensei “Espantoso”.




Após ter entrado na “portas da vila”, olhei ao redor e deixei que o meu imaginário recuasse até à época medieval. As casas, a calçada e os monumentos estão tão bem preservados que nos conduzem às eras transactas.

Esta é a porta mais característica de Monsaraz. É o acesso principal da Vila e a sua robusta estrutura defensiva está protegida por dois torreões semicilíndricos. O de poente, encimado pelo campanil do relógio (provavelmente construído no tempo de D. Pedro II), tem um tecto nervurado e no cimo da cúpula um sino.




Se percorrermos a vertente norte de Monsaraz partindo do sul para o norte, encontramos primeiro a porta de Évora.


Ao percorrer cada recanto da vila cruzava-me com os elementos medievais e seiscentistas.








Nas extremidades das muralhas deslumbrava-me com a paisagem, e o enlace das cores, do verde das árvores, com o castanho das planícies e o azul do rio.





Fui-me cruzando com vários monumentos igreja e capelas. Visitei a igreja Nossa Senhora da Lagoa, a igreja matriz que foi construída no séc. XVI para substituir a igreja gótica original que foi destruída por se encontrar contaminada pela peste. Esta igreja tem uma fachada simples com um painel de azulejos representando Nossa Senhora da Conceição, ladeado por duas fortes torres quadrangulares.

Também visitei os Antigos Paços da Audiência, edificado em meados do séc. XIV, durante os reinados de D. Dinis e D. Afonso IV, este edifício serviu para albergar os actos públicos da Vila de Monsaraz que até aí decorriam no adro da igreja matriz de Santa Maria do Castelo. Por volta dos sécs. XV/ XVI o edifício foi adaptado a cadeia, com a construção de um segundo piso, tendo sido parcialmente destruído aquando do terramoto de 1755.

Visitei a capela de S. José, capela barroca, situada no segundo piso com acesso através de escadaria estreita e íngreme sem corrimão, para poder servir de capela da antiga prisão que lhe fica fronteira.

Ao percorrer as ruelas também encontrei a Casa da Inquisição, de acordo com a tradição, este edifício era um local de tortura, onde os inquisidores julgavam os seus prisioneiros. Contudo, a falta de provas documentais leva a crer que provavelmente funcionava como um arquivo de processos ou uma prisão temporária antes de os prisioneiros serem enviados para Évora.

Reportando um pouco a história, esta vila medieval foi conquistada aos mouros em 1167. O seu castelo desempenhou ao longo dos séculos o papel de sentinela do Guadiana, vigiando a fronteira com Castela. A parte central do castelo é uma arena e a torre de mensagem está dividida em três andares, tendo sido o andar inferior utilizado como prisão, o andar do meio como Câmara Nobre da alcaidaria e o andar superior como arrecadação palaciana.




Fora da vila medieval e das suas fortificações encontramos a ermida de S. Bento, uma capela rural construída nos finais do séc. XVI e princípios do séc. XVII com a contribuição de vários moradores do Arrabalde da Vila.

Quando descemos da colina onde se encontra a vila medieval visitamos o Convento da Orada, este convento está ligado a D. Nuno Álvares Pereira que, de acordo com as tradições locais, rezou aqui antes de várias batalhas contra Castela.

                   

                     

A presença de mais de 150 monumentos megalíticos dá-nos o prazer de percorrermos histórias com mais de cinco mil anos. Dos vários monumentos existentes no concelho de Monsaraz visitei o Cromeleque do Xerez e a Rocha dos Namorados.



Diz a lenda que a Rocha dos namorados é considerada a pedra da fertilidade. Segundo arcaica tradição, ainda hoje existente, as raparigas solteiras, cumprindo um rito pagão de fertilidade, vão ali, pela Segunda-Feira de Páscoa, lançar uma pedra para cima do menir e consultá-lo relativamente ao seu casamento. Cada lançamento falhado representa um ano de espera. É um raro exemplo de idolatria que comprova uma evidente continuidade dos cultos relacionados com a fecundidade, aos quais, em tempos históricos, aparecem muitas vezes associados antas, menires ou simples pedras como esta.



Para finalizar a visita a Monsaraz decidimos almoçar na esplanada do restaurante mesmo na entrada da vila, do lado direito das “Postas da Vila”, onde saboreamos um delicioso porco preto com as típicas migas, ao som de “Vays com dios” e a contemplar uma esplêndida paisagem.

A Vila Medieval de Monsaraz ilustra um dos mais bonitos postais turísticos de Portugal.

15 de fevereiro de 2011

Camarões Tigre com creme de espargos


2 camarões tigre
Sal
Sumo de limão,
Alho em pó
Piripiri
Margarina
Acompanhamento
3 ovos
4 espargos
Natas de cogumelos (pacote da Parmalat), qb

Uma hora antes de cozinhar os camarões tigre, dá-se um corte longitudinal nos mesmos e retira-se a “tripa”, depois tempera-se com sal e sumo de limão.
Depois de marinados, antes de os colocar no forno polvilha-se com alho em pó, piripiri e margarina e leva-se ao forno até ficarem alourados.
Como acompanhamento, coze-se 3 ovos, depois de cozidos dá-se um corte longitudinal a 2 ovos e retira-se as gemas. Coze-se à parte 4 espargos (2 deles para enfeitar os pratos) e depois de cozidos são triturados 2 espargos (com varinha mágica) junto com as 2 duas gemas e um ovo inteiro, para amaciar o preparado junta-se um fio de natas de cogumelos. Recheia-se os ovos com esse preparado e serve-se com os camarões tigres. Para enfeitar o prato pode utilizar os espargos cozidos que reservou para este efeito.
Bom apetite!

Bife recheado com queijo mozzarela de bufala e alheira


2 bifes de vaca  grandes
1 alheira de Mirandela
1 quejo bufala/mozzarela
Acompanhamento
1 pacote e meio de Natas de cogumelos (pacotes da Parmalat)
4 batatas grandes
6 Cogumelos Portobello
4 Espargos
Margarina
Pimenta
Alho em pó
Sal
Pimenta
Azeite
Molho dos bifes
Manteiga, qb
Molho Inglês, qb
Mostarda, qb
Vinho do Porto, qb

Tempera-se os bifes com sal, pimenta e alho em pó e reserva-se
Leva-se ao forno a alheira por cerca de 20 minutos (com o forno já bem quente).
Lava-se as 4 batatas, corta-se a parte de cima da batata (faz-se uma “tampa”), pica-se bem todas as batatas com um garfo e leva-se ao forno polvilhadas com sal e um fio de azeite, por uma hora e meia, com o forno já bem quente.
Depois das batatas assadas, retira-se a polpa das batatas e conserva-se a casca. Num passevite rala-se a polpa das 4 batatas.
À parte lamina-se os 6 cogumelos médios (Portobello) e salteia- se em manteiga.
Tritura-se 4 cogumelos e os restantes reserva-se para enfeitar o prato.
Junta-se os cogumelos triturados ao puré de batata e adiciona-se um pouco de margarina e um pacote e outro meio de natas de cogumelos. Mexe-se até ficar tudo envolvido e macio.
Recheia-se cada bife com meio queijo búfala/mozzarela e com meia alheira assada e prende-se com palitos.
Numa frigideira coloca-se margarina e deixa-se os bifes recheados cozinharem.
À parte faz-se o molho dos bifes com manteiga, molho inglês, mostarda e vinho do Porto.
Verte-se o molho sobre os bifes e serve-se com o acompanhamento do puré de batata com cogumelos. Para decorar o prato apresenta-se os restantes cogumelos e 2 espargos cozidos em cada prato.
(Desculpem não especificar concretamente as quantidades, mas cozinho normalmente a “olho”)
Bom apetite!

13 de fevereiro de 2011

Évora


Das muitas cidades Portuguesas que visitei, decidi descrever primeiro a cidade de Évora, na medida que esta foi a primeira cidade que visitei fazendo uma rota Turística e seguindo o mapa facultado no Posto de Turismo. Depois desta experiência decidi percorrer todas as cidades que já tinha visitado, partindo do Posto de Turismo, de forma a recolher informações que me fossem úteis para a aquisição de conhecimentos acerca de cada monumento e da histórica da cidade. Aconselho todos os visitantes a terem este procedimento, porque sem dúvida que contribui para o enriquecimento dos conhecimentos.

Évora é uma cidade Alentejana, capital de distrito e sede de um dos maiores concelhos do País, é uma das mais emblemáticas cidades Portuguesas.
O seu belo centro histórico foi classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, o que é, por si só, um dos melhores motivos para visitar esta maravilhosa cidade Alentejana.
Évora é conhecida pela importante presença Romana na época da ocupação da península, Évora foi mesmo chamada Liberalitas Julia.

A cidade de Évora é amuralhada e a sua porta chama-se porta D. Isabel, mas esse nome só foi dado há 400 anos, pois antes chamava-se “Porta do Talho do Mouro”. Esta porta é mais antiga. Foi construída pelos romanos há cerca 1800 anos. Era uma das principais portas da cidade, e situa-se nas muralhas que os romanos construíram para proteger Évora: a Cerca Velha. Havia, nessa muralha, quatro portas, de que hoje só resta esta.



Não faltam no município de Évora locais de incontornável visita, como a sua imponente Sé Catedral construída entre 1186 e 1204. No seu portal constam estátuas dos apóstolos. E na base de cada apóstolo pequenas esculturas contam histórias. Naquele tempo, a grande maioria das pessoas não sabia ler. Por isso a Igreja educava a população mandando esculpir histórias nas pedras dos templos, como se fossem lições. Quando entrei nesta igreja um grupo de canto gregoriano estava a fazer os seus ensaios, foi indiscritível o que senti, ao observar os encantos do interior da catedral ao som da música gregoriana.



Outra atracção de Évora é o conhecido Templo Romano (popularmente apelidado de “Templo de Diana”) construído entre o século I e III d.C, dizia-se que era dedicado à deusa romana da caça, Diana. Pensa-se hoje, todavia, que este templo foi construído há quase dois mil anos para servir de culto ao imperador.



Uma bela igreja que também é atracção da cidade é a Igreja de São Francisco e a sua célebre Capela dos ossos, totalmente revestida de ossadas humanas. Na altura da sua construção o nosso país estava lançado nos Descobrimentos. Por isso podemos ver à entrada da igreja um dos símbolos da nossa expansão, a esfera armilar (emblema do rei D. Manuel I). Como igreja real, era aqui que os reis portugueses e a sua família assistiam à missa quando estavam em Évora. Durante muitos anos os reis portugueses aqui passaram largas temporadas, e aqui se fizeram importantes cerimónias. Como, em 1490, o casamento entre o príncipe Afonso, filho de D. João II e uma princesa espanhola, celebrado num pavilhão de madeira em frente à igreja. Poucos anos depois, Vasco da Gama terá recebido aqui o cargo de comandante da frota que descobriu o caminho marítimo para a Índia. Foi ainda nestes paços que Gil Vicente apresentou algumas das suas peças de teatro - os autos -, que estão na origem do teatro em Portugal. Também visitei a bonita Igreja dos Lóios (século XV), ou o Palácio de D. Manuel, com a interessante Galeria das Damas, parte do que resta do Paço do século XVI construído pela Dinastia de Avis que tanto influenciou e adorou estes domínios.


As cerca de 20 igrejas e mosteiros da cidade denotam a sua importância histórica e religiosa. Local bem central e imperdível é a famosa Praça do Giraldo, com arcadas em estilo árabe e uma fonte datada de 1571, local de encontro de todas as gerações, de animação e espectáculos especiais. Esta praça assistiu a muitos acontecimentos da História de Évora. Foi aqui que se fizeram festas, torneios de cavaleiros - as justas - e touradas; e foi aqui que se fizeram os tristemente célebres autos-de-fé. Ainda hoje, esta praça é a principal Praça da cidade de Évora. Como o era há vários séculos, quando a cidade começou a crescer.



Outra praça que visitei foi a praça do Sertório, onde se situa o edifico da Câmara Municipal de Évora, as Termas Romanas, a igreja e Convento do Salvador e o arco da D. Isabel.

Também visitei a igreja e Convento da Graça dedicada à Nossa Senhora da Graça. Hoje é considerada é um dos mais importantes monumentos do Renascimento em Portugal.


Em Évora não há só palácios e igrejas, por toda a cidade há outros monumentos. Como por exemplo, o largo da Porta da Moura, onde podemos encontrar uma bonita fonte de 1556. Num tempo em que a água pública era escassa, as fontes eram muito importantes para as populações.



No que se refere a jardins visitei o Jardim Público onde se situam as Ruínas Fingidas (Séc. XIX) com elementos arquitectónicos mudéjares (Séc. XVI).



Não podia de deixar de observar o grande Aqueduto da água da prata do Séc. XVI.


Os arredores de Évora, e sobretudo o território a Oeste da cidade, constituem, em termos peninsulares, a paisagem megalítica mais diversificada e monumental.

Dos vários monumentos megalíticos visitei o recinto megalítico dos Almendres, considerado o maior monumento megalítico da Península Ibérica e um dos mais antigos monumentos da Humanidade.



Também visitei o menir do Monte dos Almendres considerado um exemplar de forma ovóide alongada, característica dos menires da área de Évora e exibe um báculo, gravado em baixo-relevo, na parte superior.

Évora possui uma excelente oferta de artesanato, hotelaria e restauração, podendo-se degustar verdadeiras delícias típicas Alentejanas, como as migas, o porco preto, a sericaia, entre outras.

Quando visitei esta cidade fiquei hospedada no “Évora Hotel”, um hotel com um espaço muito agradável e bem decorado.

Nesta cidade podemos conjugar a tradição, a história e a animação.

Mini - Série "Pilares da Terra"



Na Inglaterra do século XII, Tom, um humilde pedreiro e mestre-de-obras, tem um sonho majestoso – construir uma imponente catedral. E é na persecução desse sonho que a história se desenrola, várias personagens cruzam-se ao longo de gerações e cujos destinos se entrelaçam de formas misteriosas e surpreendentes. A série retrata uma epopeia com um período de grande conturbação, conspirações, ameaça, suspense, miséria, perseguições da igreja, violações, luta pela sobrevivência, bruxaria, ódio, vingança, desejo, erotismo, paixão e amor.

A manipulação da igreja e o eterno confronto entre Deus e o Homem, está bastante evidente na história.

A série retrata a narrativa do livro “Pilares da Terra” do autor Ken Follett. Ainda não li o livro, mas depois de assistir aos 8 episódios desta mini-série, fiquei rendida à história e ainda esta semana vou comprar o livro.

Comecei a ver o primeiro episódio e não consegui parar de ver os seguintes, envolvi-me de tal forma no enredo da história que me emocionei, irritei, revoltei com as cenas retratadas.

Esta história espelha a idade média, recriando ambientes medievais, envolvendo o espectador nas suas tramas e enredos, fiquei presa até ao último minuto e no fim da série fiquei com vontade que ver mais e mais.

A série reflecte conteúdos que são do meu interesse e que têm sido alvo do meu estudo, como a construção de uma catedral gótica, a época medieval, o confronto ente Deus e Homem, a manipulação da igreja católica, entre outros.

Repleto de suspense, corrupção, ambição a série, Os Pilares da Terra é decididamente uma história cativante que prende o espectador até ao último minuto.

Camarões cozidos





Meia caixa de camarões 16/32

Pimenta Cayenne

Sal

Folhas de cebola

Molho para os camarões
Maionese

Ketchup

Whisky qb



Numa panela grande com bastante água juntamos sal, pimenta cayenne e as cascas de cebolas (lavadas) e deixa-se ferver a água. Quando a água estiver a ferver junta-se os camarões e deixa-se estes cozerem por apenas 5 minutos. Depois retira-se os camarões da panela e cola-se num recipiente com bastante gelo (para ocorrer um choque térmico). O gelo deve estar em saquetas, para depois de o mesmo derreter não entrar em contacto com os camarões.

Para o molho dos camarões mistura-se a maionese, com um pouco de ketchup e umas gotas de Whisky e leva-se a mistura ao frigorífico.

Depois dos camarões estarem frios já podem ser consumidos e mergulhados no molho.

Bom apetite!

Filetes de peixe recheados





2 filetes de peixe (dos compridos)

4 palitos de delícias do mar

Camarões congelados

Cogumelos selvagens (dos congelados)

4 Batatas grandes

Meia couve-flor

Maionese

Azeite

Vinho branco

Polpa tomate

Tomilho

Alho

Sal

Pimenta

Sumo de limão



Tempera-se os filetes de peixe com sal, alho, pimenta e sumo de limão e deixa-se a marinar.

Depois de marinados, recheia-se os filetes com os palitos de delícias do mar (2 palitos por filete de peixe). Coloca-se os filetes numa assadeira e por cima destes coloca-se os camarões e os cogumelos já descongelados.

Para o molho do assado, junta-se azeite, vinho branco, uma colher de sopa de polpa de tomate, alho, sal e pimenta e verte-se o molho para a assadeira. Por fim unta-se os filetes de peixe (já com os camarões por cima) com maionese. E leva-se ao forno, por mais ou menos 30 minutos.

Para acompanhamento, lava-se 4 batatas e parte-se cada uma em 4 partes, coloca-se as mesmas num pirex, rega-se com azeite, polvilha-se com alho, uma pitada de sal e tomilho e leva-se ao forno, por mais ou menos uma hora.

À parte coze-se a couve-flor em um pouco de água e com uma pitada de sal.

Bom apetite!

Adopte um animal!



"Acredito que os cães podem falar, mas para não se envolverem nas mazelas humanas, preferem latir"

Victor Hugo


Uma das minhas paixões são os animais.

Eu gosto de todos os animais de estimação, mas tenho uma estima especial por gatos, porque sempre tive gatos desde os meus 11 anos, os primeiros gatos já eram adultos quando os retirei da rua, os últimos eram bebes de cerca de 3 meses. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os animais adultos também se adaptam a novos lares. Eles demonstram gratidão às pessoas que os adoptam, tornando-se bons companheiros, carinhosos e fieis.

Todos os animais que adoptei foram retirados da rua ou fui buscá-los a veterinários, onde estavam acolhidos para adopção.

Quem tiver interesse em adoptar um animal pode fazê-lo através de várias associações de apoio a animais, cito algumas do Norte:

- Adopta-me (www.adopta-me.org)

- Bichanos do Porto (http://bichanosdoporto.blogspot.com)

- Felinus (www.felinus.org)

- Associação animais da quinta (www.animaisdaquinta.net)

- Associação dos Amigos dos Animais do Porto (www.aaaporto.com)

- Associação dos animais de Santo Tirso (www.asaastirso.blogspot.com)

- Refúgio das patinhas (www.refugiodaspatinhas.com)

- ABRA - Associação Bracarense Amigos dos Animais (http://www.abra.org.pt/html/)

-
Associação Zoófila Portuguesa (www.azp.pt)

-
A Cerca - Póvoa de Varzim/Vila do Conde (cerca.adoptar@gmail.com)

-
Projecto Animais de Barcelos (www.animaisbarcelos.org)

-
Bobby & Companhia - Associação dos Amigos dos Animais de Espinho (http://bobbycompanhia.blogspot.com)

Neste momento tenho dois gatos que passo a apresentar – o Simba - o meu Rei, que tem como características ser muito autónomo, brincalhão, líder, teimoso, corajoso, irrequieto e por incrível que pareça é dependente.








O mais novo é o Timon – o meu príncipe, que tem como características ser medroso, carinhoso, calmo, obediente, dependente, assustado e comilão.






Incentivo as pessoas a adoptarem um animal, porque ao adoptar um animal estão a ganhar um amigo e a salvar uma vida.
Não bastar olhar para um animal e sentir pena, é necessário agir e retirá-lo da rua ou da família de acolhimento temporária.
Ter um animal de estimação é muito gratificante. O animal faz companhia, preenche o vazio da solidão (no caso de pessoas que vivam sozinhas), e aguça a sensibilidade e a solidariedade. Para quem tem crianças, é importante a interacção do animal com estas, porque as crianças aprendem com o animal a ser solidárias, a respeitar, a serem responsáveis perante um outro ser, e essa interacção estimula o desenvolvimento social da criança.
A maior parte das pessoas encontram sempre desculpas para não adoptar – é uma despesa muito grande com a alimentação e com a areia, largam muito pêlo, estragam os móveis ou artigos da casa, viajam muito e não têm quem fique com o animal, apegam-se demasiado e quando o animal adoece ou falece sofrem com isso. Enfim, são várias as razões que apontam para não salvar uma vida, eu só encontro uma razão para não o fazerem - são EGOÍSTAS.
Quando vão jantar fora ou gastam dinheiro em alguma excentricidade, já não se lembram do dinheiro que despendem, mas se for para salvar uma vida, já fica muito dispendioso no orçamento doméstico.
Se a casa ficar suja, no seguimento da jantarada com os amigos, não importa porque até se divertiram e no dia seguinte limpam tudo, mas se a casa estiver suja com pêlo do animal, já é demasiado trabalhoso limpar.
No caso de viajarem não têm quem tome conta do animal, mas vivem rodeados de amigos e familiares, que de certeza que algum deles se mostrava disponível para ir a casa dar comida ao animal.
Quando o animal adoece sofrem com isso e não adoptam animais para evitar o sofrimento, mas para evitar o seu próprio sofrimento deixam que outro ser sofra. A vida está repleta de adversidade e como temos de estar preparados para lidar com o adoecimento ou falecimento de um entre querido, também acontece o mesmo com o animal.
O ser-humano muitas vezes é demasiado egoísta e não pode prescindir das suas necessidades em prol de um outro ser.
Os animais merecem o nosso respeito, carinho e dedicação. Eles estão sempre presentes nas nossas alegrias, tristezas e em todos os momentos que precisamos de um conforto ou carinho. Estes são sinceros, verdadeiros, companheiros, não fingem amar e não traem, pelo contrário são leais e fieis. Os animais são os nossos verdadeiros amigos, nunca nos abandonam.
Quem for capaz de ser cruel com um animal, não pode ser julgado como uma boa pessoa. Quem não tiver interesse em estimar um animal, ou menos respeite-o e não o maltrate!

Adopte um animal, ele ficará eternamente grato.