29 de dezembro de 2010

Veneza

Veneza é a cidade que simboliza o romantismo. Canais cortados por pontes em arco, gôndolas deslizando em silêncio pelas águas, igrejas monumentais e palácio medievais transformam esta cidade num sonho. Considero que todas as pessoas deviam visitar Veneza pelo menos uma vez na vida. Eu já tive este privilégio, na minha lua-de-mel, foi uma sensação indescritível, passear numa cidade em que o seu conceito é completamente diferente do que estamos habitados, esqueçam os carros, pois circula-se de Gôndola ou no tradicional Vaporetto.





                                                                 
                                                   
                                                              
A estadia em Veneza é muito cara, mas como era lua-de-mel, esquecemos as questões materiais e ficamos hospedados num hotel romântico perto do Rialto - hotel “Giulieta e Romeu”.

Ao longo da estadia em Veneza visitamos a ilha toda.




A praça de San Marcos é o coração e alma de Veneza. É uma praça deslumbrante onde podemos contemplar o palácio de Doges, a Basílica de San Marcos, o Campanário, a Torre do Relógio e muitas esplanadas com música clássica ao vivo.





                                          
Passear nesta praça iluminada pela luz da lua e envolvidos pelo som do violino, é um dos momentos que vai ficar gravado para sempre nas minhas recordações. Foi um momento único e memorável para qualquel casal apaixonado.






                                                                
Outra sensação inenarrável foi o prazer que sentimos ao saborearmos um cappucinno acompanhado de um tiramissu, com uma bela vista para o Grande Canal.



A Campanile di San Marco é a construção mais alta de Veneza. A torre foi originalmente construída para servir de orientação às embarcações que se aproximavam da cidade, agora é o melhor ponto de observação de Veneza. Subimos de elevador até à parte mais alta do campanário e apreciamos a  vista esplendida sobre a cidade que é de tirar o fôlego.





Nesta bela praça temos também da Basílica de San Marco. Das quase 100 igrejas existentes na cidade, esta é a principal. Foi construída no ano 830, em estilo oriental, para abrigar os restos mortais de São Marcos, padroeiro de Veneza, visitamos o seu interior e considero-o magnifíco.




                                                                         
Há séculos atrás o seu dirigente máximo tinha o título de Doge, daí em Veneza constar o Palácio dos Doges, situado na Praça de San Marcos. Os seus pontos de destaque são o magnífico Átrio interno, a escadaria onde eram coroados os Doges e Câmara do Conselho, onde eram eleitos os Doges. Anexo ao palácio situa-se a antiga prisão da cidade. Ligando os dois monumentos está a famosa Ponte dos Suspiros. Embora o seu nome tenha uma conotação romântica, a verdade é que o nome surgiu graças aos prisioneiros que eram levados do Palácio para a prisão. Conta-se que ao passar por esta ponte eles olhavam pela janela e observavam a liberdade pela última vez, e suspiravam de tristeza...



                                                           
Percorri Veneza a pé e através do Vaporetto. A cidade é cortada por pequenos canais e ruelas e através destes chega-se a qualquer ponto da cidade. Somente três pontes cruzam o Grande Canal, a ponte Degli Scalzi, a famosa ponte di Rialto, e a ponte de l’Accademia. Na ponte di Rialto está localizado a grande zona comercial de Veneza. No Rialto visitamos o mercado do Rialto, onde podemos encontrar produtos alimentares, como peças de antiquário à venda, é um mercadinho típico e muito interessante.





                                                                    

Nas margens do Grande canal há uma infinidade de palacetes do séc. XVII e XVIII, que contam com detalhes de luxo. Dos vários palácios destaco: Palácio Barbarigo, Palácio Contarini, Palácio Vendramin, Calergi , Palácio Pesaro, e o Ca'D'oro.


 

Veneza é uma cidade riquíssima em património religioso, constam cerca de 100 igrejas na cidade, das várias que visitamos, saliento: Igreja Nossa Senhora da Nazaré, Igreja de S. Marcuola, Igreja San Stae, Igreja Nossa senhora da Saúde, San Giacomo di Rialto, Igreja de San Giacomo dell'Orio, Igreja de S. Roco, Igreja S. Maria Mater Domini, Igreja S. Gregório, Igreja de S.Polo, Igreja San Salvador, Igreja San Moises, Igreja Santa Maria Del Giglio, Igreja Santa Maria Della Visitazione, Igreja do Santissimo Redentore, Igreja do Santissimo Redentore, Basiliaca de San Giorgio Maggiore, Igreja de La Zitelle, Igreja Santa Andrea della Zirada e Igreja Santa Maria Dell Rosário.




 

                                                  
As gôndolas são o transporte mais comum na cidade, os estacionamentos das mesmas estão distribuídos pelos cais do grande canal. O passeio de Gôndola é muito requisitado pelos turistas, mas é importante primeiro negociar o preço com o gondoleiro, caso contrário paga um preço exorbitante por apenas meia hora.

 
Em suma, Veneza é uma cidade inesquecível, os momentos que vivi nesta cidade vão ficar guardados na minha alma de forma a torná-los eternos.

Quiche de atum e camarões


1 base de massa quebrada
1 lata de atum
Camarões q.b.
Cogumelos frescos
1 pacote natas
6 ovos
Brócolos
Azeitonas
Queijo ralado Mozzarela
Polpa de tomate q.b
1 cebola pequena
2 dentes de alho ou alho picado
Um fio de Azeite

Vinho branco q.b.
Sal
Pimenta

Coze-se os brócolos em água e sal.
Liga-se o forno a 250 graus para ir aquecendo.
Estende-se a massa quebrada numa forma redonda e pica-se a massa com um garfo e reserva-se.
Pica-se a cebola e os dentes de alhos e coloca-se numa frigideira com um fio de azeite, depois de a cebola estar aloirada, junta-se um pouco de polpa de tomate e adiciona-se os cogumelos frescos, depois passado uns minutos junta-se a lata de atum. Deixa-se refogar por uns minutos, acrescenta-se um fio de vinho branco e por fim junta-se os camarões (depois de passados por água e descongelados). Tempera-se com uma pitada de sal e pimenta moída.
À parte bate-se os 6 ovos com o pacote de natas.
Depois dos brócolos cozidos, parte-se os mesmos em pedaços pequenos e junta-se ao preparado da frigideira. Por fim, junta-se este preparado aos ovos e natas.
Verte-te o preparado para dentro da forma, com a massa quebrada, polvilha-se com queijo ralado mozzarela e decora-se com algumas azeitonas.
Leva-se ao forno durante 20 a 30 minutos a uma temperatura alta (por exemplo 210 graus).
Bom apetite!


20 de dezembro de 2010

Salmão Gratinado






2 postas de salmão
Camarões descascados congelados qb
4 cogumelos frescos
4 palitos de delícias do mar
Manteiga (2 colheres de sopa)
Farinha qb
Leite qb
Limão
Pimenta
Noz moscada
Acompanhamento:
4 Batatas médias
Azeite
Alho
Tomilho
Sal qb
1 brócolos

Tempera-se as postas de salmão com sal, alho, pimenta e sumo de limão e deixa-se repousar durante cerca de 3 horas.
Pega-se em papel de alumínio e coloca-se cada posta em um pedaço de papel, de forma ao papel cobrir toda a posta de salmão. Por cima da posta de salmão, coloca-se camarões descascados (congelados), as delícias do mar e os cogumelos frescos laminados.
À parte faz-se molho bechamel. Derrete-se a manteiga (2 colheres), coloca-se farinha sobre a manteiga e mexe-se para não ganhar grumos, em seguida verte-se o leite em fio e mexe-se a mistura até engrossar, tempera-se com uma pitada de sal, pimenta e noz-moscada. Em seguida verte-se o molho sobre a posta de salmão e fecha-se o papel de alumínio e leva-se ao forno a uma temperatura média.


Para acompanhamento, lava-se 4 batatas e parte-se cada uma em 4 partes, coloca-se as mesmas num pirex, rega-se com azeite, polvilha-se com alho, uma pitada de sal e tomilho e leva-se ao forno.
À parte coze-se brócolos em um pouco de água e com uma pitada de sal.
Bom apetite!

12 de dezembro de 2010

Viagem



A hora da partida chegou e com ela levou o último suspiro, o bater do coração, o toque da tua mão.

Iniciaste uma viagem sem fim, de paz, sossego e contemplação, mas amarga, dura, fria, asfixiante para quem sente a tua ausência.

Uma parte de mim esvaneceu-se com a tua partida, as recordações são o suporte para a sobrevivência dos momentos, das sensações vivenciadas ao longo dos meus anos de existência.

O teu cheiro, o sabor do refresco de café, o som do teu cantarolar, o toque das tuas mãos ao cobrir-me na infância, o teu olhar de atenta e observadora, quando precisava de ajuda, são sensações e momentos que levaste contigo e só as recordações ficaram para alimentar a saudade.

Ao longo da minha caminhada vou-me agarrar à pessoa que foste – corajosa, forte, determinada – para seguir o teu modelo e ultrapassar as pedras que se urgem no caminho e alcançar os meus objectivos.

És um dos pilares que sustenta o meu ser, e embora tenhas partido vais permanecer para sempre no coração dos que te amam.

by Carfil

3 de dezembro de 2010

Dubrovnik - Croácia

Dubrovnik é uma cidade da Croácia, uma das pérolas do Adriático, é uma cidade que é classificada como Património da Humanidade, pela Unesco. A cidade velha é uma fortificação medieval construída sobre um rochedo.

Depois da independência da Croácia em 1991, o exercito federal jugoslavo bombardeou a cidade antiga a 6 de Dezembro de 1991. Com o fim da guerra, teve início um grande projecto de reconstrucção dirigido pelo governo croata e pela Unesco.

As imponentes e bem conservadas muralhas, a arquitectura medieval, renascentista e barroca, a paisagem do Adriático, os cafés e restaurantes fazem de Dubrovnik um destino turístico singular. A parte antiga é dividida ao meio pela Placa ou Stradun, o passeio público, com cafés e restaurantes, além de diversos monumentos e edifícios históricos.

Adoro cidades amuralhadas e Dubrovnik é o exemplo da bela cidade medieval amuralhada.

Entramos na cidade pela porta de Pile.

Das várias atracções da cidade visitamos a Torre Lovrijenac, erigida sobre um penhasco, esta fortaleza é mencionada numa lenda já no séc. XI.




A cidade também é rica em património religioso, desta forma visitamos a igreja de São Brás, a igreja mais venerada da cidade, não fosse São Brás, o padroeiro de Dubrovnik, foi erigida no século XVIII em estilo barroco, para substituir a mais antiga, românica, do século XIV que ardeu.



Também visitamos outras igrejas, como a Catedral da Assunção da Virgem, exemplar imponente do Barroco, foi construída após o terramoto de 1667, para substituir a anterior catedral do século XII, que por sua vez tinha sido construída sobre uma basílica bizantina do século VI ou VII. Segundo a lenda, a reconstrução do século XII teria sido financiada pelo rei inglês Ricardo Coração de Leão em reconhecimento pela ajuda que recebeu quando naufragou perto da cidade em 1192.

O Mosteiro Franciscano, obra do século XIV, foi severamente danificado pelo terramoto de 1667, embora o claustro e outros elementos ainda sejam românicos com elementos góticos.

A Igreja do Santo Salvador, de estilo renascentista, encontra-se junto ao mosteiro franciscano. Foi erigida como sinal de gratidão ao Salvador por ter poupado a cidade de um sismo.






O Mosteiro Dominicano, dos séculos XIV e XV, assemelha-se a uma fortaleza, mas o interior contém uma igreja românico-gótica e um museu de arte com peças de Dubrovnik, Veneza e outros lugares.





Outra atracção da cidade é o chafariz de Onófrio, construído em 1438, que ficou bastante danificado no terramoto de 1667.





Percorremos as ruas da cidade até chegar à praça principal onde se encontra a torre sineira da cidade do séc. XV e a estátua de Orlando, que simboliza uma cidade livre.







Na praça encontramos também o palácio de Sponza, de construção gótico-renascentista.




O porto da cidade velha e a sua costa também são atracções da cidade.





Por fim, percorremos as muralhas onde desfrutamos de belas vistas da cidade e da imensidão do mar azul.

 





Dubrovnik é uma cidade que encanta, as magnificas paisagens abraçam o centro histórico da cidade reflectindo um local digno de ser visitado.